Habituada a ganhar no passado, a Red Bull não tem conseguido acompanhar a Mercedes e a Ferrari em 2017. E Christian Horner não tem dúvidas que tal se deve a problemas na fábrica com o túnel de vento, que acabaram por afetar a performance da equipa. Só quando foi identificado o problema é que foi possível encurtar a diferença para as duas equipas da frente.
“A corrida em pista não mostrou aquilo que as nossas ‘ferramentas’ nos prometiam. E isso fez-nos atrasar dois meses, mas também nos fez trabalhar o dobro mais rápido que os outros, porque eles também não ficaram parados”, afirma Christian Horner. O diretor da Red Bull Racing sabe bem porque é que tal aconteceu: “Tudo se deveu ao facto do túnel de vento nos ter deixado ficar mal. Um carro maior e pneus maiores deram-nos resultados diferentes em pista face ao CFD e ao túnel de vento”.
Mas Horner não se limita a justificar o que aconteceu com os problemas na fábrica. Também ‘culpa’ o motor: “Pelas estimativas da Renault, eles estão atrás dos seus objetivos, mas eles estão a trabalhar para recuperar”. E o diretor da Red Bull Racing também sabe que tem igualmente que ter em conta a tecnologia de combustível e óleo supostamente usado pela Ferrari e o facto do sistema inteligente de suspensão usado pela sua equipa ter sido proibido. Referindo-se à questão do óleo o diretor da Red Bull Racing não tem dúvida que beneficia quem os tem, mas que agora as equipas estão todas em plano de igualdade, já em relação à suspensão, refere: “Testamos o sistema mas não nos deu um ganho que justificasse o peso adicional”.










