Jean Todt veio a público afirmar que a próxima geração de motores de F1 deve manter-se aceitável para a sociedade em geral, pelo que os atuais V6 turbo híbridos são os mais indicados para a disciplina. Foram introduzidos para garantir mais eficiência e cativar mais construtores a participarem, e num certo sentido têm tido grande sucesso, com as atuais unidades de potência a atingirem cerca de 50 por cento de eficiência térmica comparados com os 30 por cento conseguidos com os antigos V8.
Contudo, entre os construtores que não estavam envolvidos na F1 apenas a Honda optou por regressa, e debate-se para conseguir acompanhar o desenvolvimento feito por Mercedes, Ferrari e Renault. Além disso os fãs reagiram negativamente ao som dos motores V6 quando comparado com o barulho estridente dos V8 da anterior geração. Em 2020 expira o atual acordo e alguns acionistas da F1 já pediram motores mais ruidosos que proporcionem mais entretenimento na disciplina.
Mas questionado sobre um possível regresso de motores V10 ou V12 o presidente da FIA rejeitou liminarmente a ideia. “Não será aceite pela sociedade Temos a responsabilidade de dirigir uma organização que é monitorizada pela sociedade em geral. E ela não aceitará isso. Aliás, tenho a certeza que se dissermos; vamos lá voltar aos motores de há 10 anos muitos construtores não vão apoiar a ideia. Estou convencido que o mínimo de três em quatro deixariam a F1”, considera Jean Todt.











