Entre as alterações aos regulamentos da FIA para a temporada de 2023 da Fórmula 1, está planeado o teste a um novo formato de qualificação com os pilotos a serem obrigados a usar um tipo de pneus em cada parte da qualificação. Assim, na Q1 os pilotos usarão os pneus duros, na Q2 os pneus médios e na Q3 os pneus macios. Isto servirá para fazer baixar o número de conjuntos pneus fornecidos, sendo este formato testado em duas corridas, em princípio. Relatado pela publicação Motorsport.com, mas ainda sem confirmação oficial, o Autódromo Internacional Enzo e Dino Ferrari deverá ser o palco da primeira experiência deste género.
No entanto, os três pilotos mais rápidos na sessão de qualificação não consideram necessárias alterações ao atual formato. “Espero que não esteja frio em Imola, senão vai ser bastante complicado, mas sim, é o mesmo para todos, mas penso que não precisamos de fazer realmente este tipo de coisas na qualificação. Não vejo realmente o benefício disso. É melhor certificarmo-nos de que todos os carros estão próximos uns dos outros e mais competitivos em vez de apimentarmos as coisas dessa forma, o que penso ser provavelmente para o espetáculo”, afirmou Max Verstappen durante a conferência de imprensa após a sessão do GP do Bahrein.
A opinião do bicampeão de Fórmula 1 é partilhada pelo seu companheiro de equipa, Sergio Pérez. “Penso que é apenas para o espetáculo. Penso que não precisamos disso quando se vê a qualificação que tivemos hoje, o quão perto estavam todos. Não precisamos realmente mudar nada, mas veremos quando o tentarmos, mas não creio que haja necessidade de mudar algo que está a funcionar bem”,.
O piloto da Ferrari, Charles Leclerc, reforçou que “não acho que houvesse necessidade de mudar” o atual formato.
A maior dúvida é o que acontecerá na Q1 com pneus duros e com 20 pilotos em pista a tentarem reservar um lugar entre os 15 que passam para a Q2. O espetáculo é sempre bem vindo, mas não colocando em causa a segurança dos protagonistas da Fórmula 1.











Tenho dito e repetido, duros no Q1 = desastre, espero que não aconteça algum acidente que ponha alguém em risco. Pneus duros que demoram muito tempo a aquecer à temperatura de trabalho, pouco tempo, muita gente desesperada por fazer um tempo, todos os ingredientes para correr tudo mal. Fazia mais Sentido fazerem Q1 com Médios e Q2 com os mesmos médios, se é por causa da “imagem” de sustentabilidade. Sustentabilidade só se consegue com calendários concentrados na Europa e evitar o saltitar entre continentes, banir as motorhomes e as pitwalls.
Essa do calendario concetrado na Europa é para rir. É mesmo de velhos do restelo.
O futuro é reclamar nas escolas pelo fim dos combustíveis fósseis e depois ir para a escola de carro com os papás, apanhar o avião para passar as férias fora do país. Manter a F1 na Europa é única da F1 ser ecologicamente sustentável, para viajar para fora da Europa, são necessários fretar navios que são tudo menos amigos do ambiente e poluem muito mais que todos os carros da grelha, sem contar com as viagens de avião (ainda não inventaram aviões amigos do ambiente).
No passadoo já tivemos a qualificação decidida numa única volta.
podemos tentar outras formas. Daria ais previsibilidade às corridas porque todos demonstram o poder de cada tipo de pneu.