O piloto da Chip Ganassi Racing na IndyCar, Marcus Ericsson, considera que a Fórmula 1 poderia mudar para o aeroscreen no futuro.
Ericsson mudou-se para a IndyCar em 2019 depois de cinco anos na Fórmula 1, tendo na sua última temporada tido a experiência de utilizar o halo. Em 2018, um acidente no treino do Grande Prémio de Itália, quando o seu monolugar capotou, mostrou os benefícios do halo.

No passado fim de semana, na primeira corrida do Iowa, o aeroscreen foi importante no acidente de Will Power.
.@12WillPower has been cleared after this incident.
— IndyCar on NBC (@IndyCaronNBC) July 18, 2020
"I can't thank @IndyCar enough for that Aeroscreen." #INDYCAR #IOWA250s pic.twitter.com/kSc4qnMh0z
Ao the-race.com, Ericsson explicou: “O aeroscreen é um halo com um ecrã adicional. O halo é bom para quando existem peças maiores, mas com detritos menores, é menos protetor do que o aeroscreen. Acho que é um passo em frente do halo. Vejo a Fórmula 1 e outras categorias europeias a seguir este caminho”.
Quem produz o aeroscreen é a Red Bull Advanced Technologies, que em 2016 testou um antecessor no carro de Daniel Ricciardo, nos treinos livres do Grande Prémio da Rússia. Também Sebastian Vettel testou uma versão no Ferrari, relatando alguns problemas.
A investigação da FIA sobre esta protecção continua em curso e a adopção de um desenho ao estilo de aeroscreen no futuro pode ser uma possibilidade, embora os novos regulamentos técnicos da Fórmula 1 para 2022 envolvam a utilização do halo.












Mas eu vejo um grande problema no Aeroscreen, como os carros da F1 vão limpar o mesmo visto que param em média uma vez por GP? Ao contrário da IndyCar que a cada bandeira amarelo vão a box.
Instalam um limpa pára – brisas, eh eh.
Não deixa de ser uma questão interessante…
Cumprimentos
O aeroscreen acabou por tornar os Indy cars bem agressivos – um misto de caça , carro e barco de corrida.Bem integrado na linha do monolugar não criando descontinuidades feias como acontece com o “chinelo” usado na F1.Isto para carros bem rusticos por regulamento como são estes Dallaras mais ou menos congelados, que lá correm. Os F1 se seguissem isso ficariam seguramente com melhor aspecto.
Existem 2 ENORMES problemas com a utilização do Aeroscreen na F1. O 1° é extremamente simples de perceber e, qualquer pessoa que se diga fã de F1 vê logo à primeira o que é; A impossibilidade de correr à chuva. Ao contrário de muitas, mas muitas, mas MUITAS, vezes nos USA, a F1 não pára ou adia a corrida para a segunda-feira, porque está a chover. A 2° razão, prende-se com uma característica do sistema Aeroscreen mais “escondida”, mas potencialmente perigosa e que por acaso já foi detectada nos Indycar, que é o aumento considerável da temperatura do cockpit. Novamente… Ler mais »