F1, Marco Wittmann: “Não tenho dinheiro para a Fórmula 1”
Apontado como uma das mais promissoras estrelas do desporto motorizado alemão, Marco Wittmann está reticente quanto às suas hipóteses de dar o ‘salto’ para a Fórmula 1. Já com um título do DTM no currículo, em 2014, o atual líder do Campeonato Alemão de Turismo, quando falta disputar uma prova, revelou à Kicker que o maior problema está no orçamento necessário para lá chegar:
“A Fórmula 1 é o sonho de qualquer piloto de corridas, mas quando vemos o que os jovens pilotos têm de trazer no que ao dinheiro diz respeito torna-se muito, muito difícil lá chegar. Eu não tenho o dinheiro necessário. Por isso mantenho-me realista e digo para mim mesmo que existem outras coisas”, revelou o piloto de 26 anos, que já testou pela Toro Rosso no passado.
“Foi uma grande experiência e oportunidade para mim, mas prefiro ser piloto oficial da BMW e estar na frente do DTM, conquistando pódios e vencendo corridas, do que pilotar por uma equipa da cauda do pelotão que espera terminar no 18º posto”, acrescentou. “Pessoalmente, acredito que o nível dos pilotos do DTM é mais elevado em relação à Fórmula 1”.
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Iceman07
11 Outubro, 2016 at 16:39
Quando um alemão não têm patrocinios para a F1 está tudo dito. Qualquer dia a F1 vai se chamar AsiaPetroleum F1 Championship.
V8_scars
11 Outubro, 2016 at 23:44
E os pneus oficias vão ser os Linglong tyres!
Iceman07
12 Outubro, 2016 at 0:31
Isso não é preciso. Os pneus apesar de serem italianos, é como se fossem chineses.
Jabba
12 Outubro, 2016 at 10:14
Mas alguma vez foi de outra maneira?
Tirando escassos casos, a F1 sempre foi elitista. De louvar são os casos como o do Hamilton, ou de Schumi, que com muita falta de apoio financeiro, conseguiram ter a sorte de estar numa altura em que alguém importante deu com o talento deles (Ron Denis e Domingos Piedade, respectivamente), e haviam apoios para fazer o percurso que eles fizeram. Foi talvez a única altura em que as marcas verdadeiramente apoiavam pelo talento, e não por $$.
Basicamente, nas corridas qualquer um consegue fazer um mínimo de boa figura, assim tenha oportunidades para isso, e vontade (tirando o caso do Bruno Senna lol). O que eu quero dizer, é que qualquer pessoa que goste e tenha oportunidade para aprender e evoluir consegue uma prestação aceitável. Mas depois existe aquele meio segundo extra que não é para todos. E é aqui que faz toda a diferença o talento natural.
É impossível termos uma “meritocracia” neste desporto, infelizmente, e não vale a pena estar sempre a fazer de conta que alguma vez assim foi.
rodríguezbrm
12 Outubro, 2016 at 15:43
Exactamente. E foi talvez por lhe faltar esse meio segundo que o levou a ficar apeado numa época em que a BMW preenchia todos os escalões até à F.1 e com o seu director, Mario Theissen, muitíssimo atento aos novos valores. É só comparar com o seu colega de equipa, 2 anos mais novo, na F. BMW. O Wittmann, valoroso piloto, sem duvida, está um bocado dememorizado
https://en.wikipedia.org/wiki/2008_Formula_BMW_Europe_season