F1: Lewis Hamilton vence GP da Hungria
Lewis Hamilton recuperou do segundo posto para vencer o GP da Hungria e assumir pela primeira vez esta temporada o comando do campeonato relativo aos pilotos. Com uma condução sem falhas, o piloto inglês controlou os acontecimentos, mas teve forte oposição de Nico Rosberg, que nunca deixou o #44 da Mercedes respirar. Daniel Ricciardo foi o melhor dos Red Bull e completou o pódio, à frente de Sebastian Vettel e Max Verstappen. O holandês teve uma luta muito animada com Kimi Raikkonen, que se saldou pelo sexto posto, à frente de Fernando Alonso, o melhor dos McLaren.
A fechar o lote dos lugares pontuáveis terminaram Carlos Sainz, Valtteri Bottas e Nico Hulkenberg.
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Frenando_Afondo™
25 Julho, 2016 at 5:22
Hamilton volta a provar que sem problemas, o Rosberg pode fazer de tudo, não ganha. RB a superiorizar-se à ferrari. Mclaren deu um gostinho, pena que Button tenha tido tantos contratempos, para ver realmente onde anda a scuderia inglesa. Embora esta pista não é a melhor para perceber isso, mas sempre lhes deve dar uma confiança extra.
De resto fiquei surpreendido a FIA não ter penalizado o Button outra vez por a equipa ter-lhe dito pela rádio que teve uma penalização e não o ter penalizado outra vez quando button disse que era uma questão de segurança e não percebia o porquê da penalização e não o ter penalizado quando lhe disseram pela rádio que devia voltar à box para parar o carro após os problemas de motor, porque a bem dizer, mais vale penalizarem tudo, como os putos nas salas de aula quando falam e deviam era estar a estudar a lição.
Sobre pilotos, parece que “aquele-que-já-tudo-ganhou”, o colecionador-de-todas-as-vitórias, o escolhido, o neo-dos-tempos-modernos verstappen se engasgou e foi batido pelo australiano que a semana passada diziam que era muito mau e que já tremia por o seu futuro ser passar a chamar-se Webber. Aliás, Max foi batido inclusivé pelo vettel, que dizem que é tudo o carro e só não foi batido pelo “velho acabado” raikkonen porque pelos vistos pode-se mudar de direcção logo após ver para onde vai o outro e depois voltar à trajectória que “no pasa nada”, quem vem atrás que abra os olhos que o predestinado tem prioridade.
Alonso já deve estar a ler as notícias a ver quem diz primeiro que o 7º lugar deve-se tudo à sua condução e que em declarações já disse: “a mclaren não pode estar orgulhosa deste desempenho… …porque fui tudo eu, sem mim não chegavam ao 7º lugar eu eu eu eu, aliás o motor é 100km/h mais lento, eu é que lhe dou ali um boost, meu amigo, pareço um foguete, eu eu eu eu eu”.
Sainz volta a fazer as despesas da casa, já Kvyat… Deve mesmo querer sair da F1. A cada corrida é novo episódio para o scrapbook.
Force India, apagadinha.
Williams, nem deviam ter saído da cama.
NOTEAM
25 Julho, 2016 at 10:09
É impressionante como a Mercedes continua a ” passear” na actual F1, quem viu o gp do Mónaco e esperava algo de semelhante na Hungria, tal como eu, deve ter ficado bem desiludido. Sempre que necessário a Mercedes consegue dar aquele salto qualitativo que os distancia das restantes equipas, e nenhuma outra parece encontrar maneira de acabar com este domínio. A Red Bull volta a colocar um piloto no pódio e a superiorizar-se á Ferrari, ainda que o resultado não tenha sido bom, a Scuderia deve estar contente com o ritmo demonstrado, já que lutou de igual para igual com a RB e isso não era expectável. Numa luta tão próxima, foram os pilotos a fazer a diferença e os da RB estão particularmente de parabéns. Bom resultado para o Alonso, que estava a precisar de uma boa corrida, a sua consistência a longo do fim de semana prova que evolução da Mclaren é real, ainda que lenta. Com os Tokens que ainda têm a seu dispor, não seria estranho vê-los cada vez mais próximos do grupo da frente até ao final da época. Sainz mais uma vez nos pontos, enquanto Kvyat se afunda cada vez mais, Bottas a fazer uma excelente corrida ao ficar na frente de ambos os Force India, se calhar sem ter carro para isso. Na luta interna da Force india o Hulk acabou por finalmente levar a melhor, numa guerra que começava a ficar demasiado inclinada para o lado do Perez. O Hamilton chega justamente á liderança do campeonato, era bom o Rosberg dar uma resposta forte já na próxima corrida, caso contrário podemos ter o Hamilton a ter uma viagem demasiado tranquila rumo ao tetra.
Miguel Costa
25 Julho, 2016 at 12:22
Corrida chata, na minha opinião, este circuito apesar de ser tecnicamente bom, não permite grandes ultrapassagens, o homem da corrida é o Kimi, grande recuperação, com a Ferrari a demonstrar que quando pensa, consegue idealizar boas estratégias de corrida. Quanto ao episódio do Max mudar duas vezes de trajetória parece-me real vai para a direita, e depois aponta para a curva mas com menos intensidade na mudança de trajetória e antes da linha correta, se não tivesse tocado no Ferrari aceitava que virou para fazer a curva, mas como tocou, acho que segundo as regras (que acho do mais estupido que existe na F1, um piloto deve puder defender-se sempre, sem colocar em risco ninguém e com desportivismo) devia ter sido avisado. O Hamilton demonstra mais uma vez (como se isso ainda fosse preciso) que o Rosberg não o passa em pista, numa luta direta, e o Ricciardo e o Vettel a fazerem o possível. Boa corrida do Alonso mas este circuito não é bitola para nada. Que se passa com os Williams? Será que resolveram apostar já na próxima temporada?
Frenando_Afondo™
25 Julho, 2016 at 17:10
Eu acho que o problema maior com o que o Max fez foi mesmo mudar de direcção de maneira brusca, para proteger o lado que está a ser atacado e não as duas mudanças de direcção, porque a segunda pode ser interpretada que está a voltar à trajectória, o que até aceito. Mas o que é perigoso e o Raikkonen explicou isso bem durante a corrida, após os episódios com o Max. É o Max fazer esta mudança para proteger após Raikkonen fazer a manobra para atacar, o que segundo as regras é proibido porque pode provocar um acidente por quem ataca não ter tempo e espaço para travar a tempo… Como se viu na corrida que o Raikkonen por duas vezes quase levava o Max à frente… Por razões óbvias. Quem está a ser atacado tem de decidr que lado proteger antes de quem ataca, não depois e não de maneira tão brusca.
Miguel Costa
26 Julho, 2016 at 12:33
É verdade, mas o que é certo é que o Max volta para a esquerda antes da trajetória ideal da curva, e acerta na asa dianteira do Ferrari que já lá estava e se preparava para travar mais tarde e ficar em vantagem, a minha opinião é que sendo que quando ele vira ainda não está na trajetória ideal da curva, devia ser considerado uma segunda mudança de direção. Lá está mais uma regra estupida da F1.