F1, Lewis Hamilton: “Fui o primeiro campeão negro e da classe trabalhadora” (Atualizado)
O seis vezes campeão do mundo, Lewis Hamilton, falou sobre a sua carreira, desde o início humilde, até ser campeão do mundo de Fórmula 1.
À Men´s Health, Hamilton disse: “Fui o primeiro campeão da classe trabalhadora, *negro, na Fórmula 1. Estou orgulhoso e espero poder abrir caminho para outros. Quem me vê no pódio, mesmo uma criança, pode ficar inspirado para seguir os seus sonhos. Se tal acontecer, o meu trabalho foi bem feito”.
Todos sabemos que o desporto motorizado não é fácil, com os custos a serem superiores a muitos outros desportos. Hamilton pretende fazer mais para abrir o desporto: “A diversidade é um problema que a Fórmula 1 tem de enfrentar. Quero fazer a minha parte e ajudar o desporto a progredir, não só inspirando outros, mas também colaborando para criar mais oportunidades para as pessoas de diferentes comunidades” – finalizou Hamilton.
* NOTA: A Men’s Health reconheceu que citou incorrectamente Lewis Hamilton no artigo original, e nós já atualizámos para reflectir esse facto (atualizado às 16:52).
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O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
19 Junho, 2020 at 14:44
LOLOLOL…Que “poser”!
Até me custa a acreditar que Hamilton tivesse tido estas afirmações, mas se isto realmente for verdade, foi a maior “bacorada” do ano até agora.
Hamilton é excelente dentro do carro, mas fora dele está a revelar-se…um pateta!
Cumprimentos
Ri04071736
19 Junho, 2020 at 14:51
Pera? isto e verdade? HAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHA acorda rapaz. Ao menos qd n tinhas o melhor carro nao dizes tantos disparates. Nao te faças de coitadinho que existe muita gente que passou fome na vida para poder vingar nela. Es um hipocrita
831AB0
19 Junho, 2020 at 15:11
O Hamilton é um grande piloto, mas perde muitas boas oportunidades de estar calado. Há alguns anos, foi para uma entrevista dizer que nascera num bairro da lata («slum»), agora vem com esta treta.
Citando os versos do grande Gil Scott-Heron, quer ser «blacker than thou».
Fast Turtle
19 Junho, 2020 at 15:16
Até que o super odiado Damon hill teve vida mais dura. Das dívidas que a família andou a pagar. Da chegada tardia ao deporto motorizado. Nos últimos trinta ou quarenta anos foi o campeão que entrou na F1 cm mais idade. Teve trabalhos normais até muito tarde mesmo.
Que trabalho além de piloto o Hamilton teve?
Murray Walker
19 Junho, 2020 at 17:18
Ena a quantidade de colegas foristas que se irá retratar e pedir desculpas ao Hamilton após a (ATUALIZAÇÃO).
Serão aos magotes.
Pity
19 Junho, 2020 at 18:12
Já é a 2ª consecutiva sobre o Hamilton que tem de ser esclarecida ou rectificada… e o Autosport sem culpa nenhuma, pelo que aconselho o Autosport a esperar um ou dois dias (pela rectificação), antes de citar alguma coisa dita ou escrita pelo dito cujo.
jose melo
19 Junho, 2020 at 18:29
Desde logo, e para a asneira não ser muito grande, deveria ter dito que os seus progenitores eram da classe trabalhadora. Que se saiba, fora o desporto motorizado, o LH nunca trabalhou. Se considerarmos que este é um trabalho, e é-o certamente e muito, mas é um trabalho de elite. Portanto o LH está invocar para ele algo que não sucedeu. Os pais sim, fizeram tudo e mais alguma coisa para lhe proporcionar o que tem hoje; se não provavelmente era futebolista como o pai gostava que fosse.
Agora e como estamos na época dos posts do LH, só falta o da tourada.
Frenando_Afondo™
19 Junho, 2020 at 19:30
Ai o desporto motorizado agora não é trabalho? Então ele abdicar de parte da sua infância, adolescência e vida adulta para se dedicar ao desporto motorizado – que é o seu trabalho – agora também vai ser usado para o desvalorizar? Isto sem falar nos estudos, sim, porque ele para além de se dedicar ao desporto motorizado, ainda estudou. Agora imagine a quantidade de tempo que ele tinha por dia para simplesmente ser criança/adolescente.
Foi Hamilton que quis ser piloto, enquanto que o pai queria que ele fosse futebolista, como bem disse. Assim que tem o seu mérito por ter feito os pais orgulhosos com o sacrifício que eles fizeram para poder sustentar o seu sonho (não estavam à espera que Hamilton para além de estudar e pilotar ainda fosse trabalhar com 11 ou 12 anos não?).
Daqui a pouco estão a dizer que não faz nada. Quando ele tem horários para tudo, comer, fazer exercício, trabalho de simulador, reuniões com mecânicos, reuniões com chefias, reuniões com engenheiros. Trabalho de testes em pista. Trabalho de marketing com sessões de fotos, sessões de autografos, entre muitas outras coisas. Isto é a vida de qualquer piloto, mas para os pilotos de elite é ainda “pior” no caso da exposição mediática, ao qual têm contratos que têm de cumprir e isso ocupa-lhes grande parte da vida. Dentro e fora das pistas.
Pode ter a certeza de uma coisa, ele trabalhou bem mais que muitos que andam aqui no fórum, que tiveram a escola pública para poder estudar, que tiveram os pais com empregos estáveis para poder viver a sua vida minimamente bem. Puderam ser crianças e adolescentes sem se preocupar com as contas. Mas claro, esse em seguida adoram apontar o dedo.
Frenando_Afondo™
19 Junho, 2020 at 19:35
Hahaha mais uma notícia sobre Hamilton, mais um belo coro de viúvas. Só falta dizer que não fez nada e que foram os pais que pilotaram por ele. Abdicou de muita coisa na vida para poder ser piloto, tal como o pai trabalhou muito na aposta do filho e isso já Hamilton está farto de agradecer.
E porque está tudo ofendido? Porque é verdade? A maior parte dos campeões de F1 vieram de boas famílias ou famílias de classe média-alta. Hamilton é de uma verdadeira classe trabalhadora e nota-se bem em pista, é dos mais trabalhadores e dedicados que lá anda. E isso dói a muita gente.
ZeCambota
19 Junho, 2020 at 21:59
“I was the first working-class, black F1 champion” não é definitivamente “FUI O PRIMEIRO CAMPEÃO NEGRO E DA CLASSE TRABALHADORA”, cabeçalho deste artigo, mas “Fui o primeiro negro da classe trabalhadora, campeão de F1”. Não entendo aquele “e” senão para levantar polémicas.
Vêm para aqui falar de Alonso’s, Schumacher’s, etc… como exemplos anteriores. Porventura esses ditos pilotos eram negros? É que se de facto eram por favor digam-me, porque então devo ser daltónico.
Antecipadamente grato.
Pity
19 Junho, 2020 at 23:42
Vamos por partes: quando surgiu a notícia, não havia negro nenhum na frase, era apenas “fui o primeiro campeão da classe trabalhadora”. Dito assim, era mentira, pelo que originou uma catadupa de comentários, e muitos davam exemplos de outros pilotos provenientes dessa “classe”. Mais tarde, a notícia foi rectificada, como está bem explícito no texto mas, como é óbvio, os comentários ficaram.
Não vejo porque é que o “e” há-de causar mais polémica do que se não estivesse lá.
Murray Walker
20 Junho, 2020 at 0:21
Discordo, acho que o “E” faz bastante diferença.
Com o “E”: Foi o primeiro campeão negro e também o primeiro campeão da classe trabalhadora (todas as raças incluídas).
Sem o “E”: Foi apenas o primeiro negro da classe trabalhadora a ser campeão de F1.
A entrevista original: What are you most proud of achieving in your career?
I was the first working-class black F1 champion. I’m proud to have paved the way for others.
Robin Hood
19 Junho, 2020 at 22:17
Calado era um poeta!