F1, Lewis Hamilton: “Fiz tudo o que podia nas últimas quatro corridas”
O triunfo no GP de Abu Dhabi foi insuficiente para Lewis Hamilton chegar ao quarto título mundial da sua carreira, terceiro consecutivo. O piloto britânico passou o ‘testemunho’ ao seu colega de equipa, Nico Rosberg, num desfecho que há alguns meses muito poucos imaginariam.
Na entrevista que teve lugar no pódio do circuito Yas Marina, Hamilton afirmou ter “feito tudo o que podia nos últimos quatro Grandes Prémios. Diverti-me bastante”. O piloto da Mercedes deixou ainda uma palavra a Nico Rosberg, que pela primeira vez sagrou-se campeão do Mundo. “Agradeço a todos os que estiveram presentes durante o fim de semana. E claro uma palavra para o Nico que foi campeão do Mundo”.
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Speedway
27 Novembro, 2016 at 16:32
Para ganhar muitas vezes não basta ser melhor.É preciso ser muito melhor , e ter uma equipa que não te estrague o trabalho. O que não foi o caso em grande parte deste ano. Gestão muito habilidosa da Mercedes que duma maneira mais ou menos discreta foi sempre inclinando o prato para o lado que lhe interessava. Sempre um Senhor, não chamou os bois pelos cornos (talvez devesse).
Para o ano irá tentar de novo ( se o deixarem mais uma vez ).
peudreot106rallye
27 Novembro, 2016 at 21:01
ya, são mesmos estúpidos em pagar 50 milhões a um individuo para ficar em segundo
belc_hris
28 Novembro, 2016 at 11:30
E é preciso ser igualmente estúpido para não perceber o que se passou.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
27 Novembro, 2016 at 16:46
Grande campeão que foi um digno vencido e valorizou bastante este campeonato do Rosberg. Acho que já é altura de ultrapassarmos as “teorias” da conspiração ridículas e seguir em frente. Venha 2017! Cumprimentos
JS1970
27 Novembro, 2016 at 17:23
RPMS as ultimas comunicações via rádio sugerem o que? que foi limpinho limpinho limpinho? Não me parece bem pelo contrário as indicações dadas nas ultimas voltas sugeridas pela Mercedes só confirmam as tais teorias…
Pity
27 Novembro, 2016 at 17:48
Poucas vezes acontece, mas, desta vez, acho que o RPMS tem razão, é altura de olhar em frente.
Não vi, nessas comunicações, nada mais do que a preocupação normal quando um adversário se aproxima perigosamente. Além do mais, é sabido que quando um piloto abranda muito, é mais fácil desconcentrar-se, surgindo o erro.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
27 Novembro, 2016 at 18:10
Agradeço a “dádiva” de razão e registo, com apreço, o “poucas vezes acontece…” Cumprimentos
Pity
27 Novembro, 2016 at 19:41
Eu sou sincera, quando concordo, concordo, quando não concordo, não concordo, só que nesses casos, a maior parte das vezes,não reajo.
peudreot106rallye
27 Novembro, 2016 at 21:17
numa corrida onde entrei, fiz o que o Hamilton fez (ou seja, aproveitar os chamados “pontos críticos” do circuito para prejudicar adversários) numa luta com adversários pelo 20º lugar. o meu team manager, mentor e patrocinador queria dar-me um murro mesmo a sério, no final da prova. Afirmava que eu fui tudo (censurado) menos um piloto de corridas!
peudreot106rallye
27 Novembro, 2016 at 21:13
🙁 4 vitórias que afinal foram derrotas
STP
27 Novembro, 2016 at 21:15
Não se compreende por outro lado, o porquê de certas coisas, como é que o modo de partida foi corrigido ou alterado na parte final do campeonato quando se sabia de antemão que havia algo de errado. Como é que o único motor a dar o “berro” fa-lo nas mãos do piloto n°1 etc, etc. é por estas e por outras que o Nico não é o Grande Campeão deste ano e ficou algo de agri-doce no ar! Se somarmos todos est ponderáveis os últimos 4 GP’s teriam sido um mero passeio!
Pity
27 Novembro, 2016 at 23:26
Exactamente porque sabiam que algo estava errado é que corrigiram…quando descobriram como resolver a questão.
belc_hris
28 Novembro, 2016 at 11:34
Que giro… Então só descobriram quando alemão já levava vantagem confortável para ser campeão! Haja pachorra para aguentar essa hipocrisia.
Pity
28 Novembro, 2016 at 14:00
Se analisarmos bem, esses problemas nas largadas não foram determinantes para o resultado final, determinante foi o estouro do motor na Malásia. Sem esse problema, admitindo que as restantes corridas teriam o resultado que tiveram, Hamilton teria ganho com 23 pontos de vantagem. Só que, nesse caso, Rosberg não teria sido tão passivo, mas isso é entrar no domínio dos “ses” que não leva a lado nenhum.
Lembra-se, de após as primeiras corridas, eu lhe ter prometido e ao dakosta (onde andará ele?), que falaríamos no final da época? Pois bem, o prometido é devido. Ainda me custa aceitar as teorias de conspiração, de favorecimento ao Rosberg, mas este chinfrim que a Mercedes está a fazer por causa da atitude do Hamilton, leva-me a pensar que vocês talvez estejam certos e eu errada.
Frenando_Afondo™
27 Novembro, 2016 at 22:31
Grande campeão mesmo sem ganhar o campeonato. Fez tudo o que podia. Teve de recuperar por duas vezes uma desvantagem no campeonato (aonde é que já vi isto, ah sim, 2014…). A primeira conseguiu, a segunda também estava a conseguir, até explodir o motor e aí o Nico sót eve de gerir.
A atitude da Mercedes no final não se entende, a pedir insistentemente para que ele acelera-se pelo “perigo” do Vettel, quando se via que Hamilton tinha tudo controlado. Acho que eme vez de pedir para ele fazer algo e ainda por cima chamar-lhe “instruction”, era dizer que ele podia fazer o que quisesse, desde que ganhasse a corrida e não mandasse o Rosberg para fora de maneira deliberada. Porque afinal o campeonato da mercedes já estava ganho e ele até podia fazer um pião e bater no rosberg que o resultado no final era o mesmo: rosberg e mercedes campeãs.
Prego a Fundo
28 Novembro, 2016 at 10:41
Anda tu indignado não sei com o quê?!?!?!
Primeiro com o “jogo” do Hamilton que se percebe perfeitamente porque o fez. Estando em 1º tinha que criar condições para que o Rosberg não ficasse em 2º. Agora que não é bonito, não o é. Ponto final.
As mensagens da Mercedes?!?! Tinham boa razão de ser como ficou demonstrado com a facilidade com que Vettel despachou os Red Bull. Se posições do pilotos da Mercedes fossem inversas, se calhar, não tínhamos aqui, tantos comentários depreciativos sobres as ditas comunicações.
E depois também me parece que o comportamento e o relacionamento dos pilotos fora da pista acaba por ter alguma influência. Dado o “contexto” da últimas voltas parece-me que o Vettel iria sempre querer ultrapassar o Verstappen assim como nunca iria arriscar passar o Rosberg. E neste “campeonato” em particular (relacionamento com os colegas) o Hamilton nunca teve vantagem.