As críticas a esta decisão têm sido muitas, depois do que se passou em 2017, e na próxima temporada o número máximo de motores usados, sem penalizações, desce de quatro para três, enquanto teremos mais um Grande Prémio. Eric Boullier, da McLaren, disse que isto “está a ir longe demais, já não será mais a F1”, enquanto Christian Horner, da Red Bull, exclamou que era uma “decisão louca”.
A única forma de as regras mudarem é as equipas todas concordarem com isto, algo que já se sabe não ser possível graças à Ferrari, que defende já ter investido muito dinheiro no motor de 2018 para as regras mudarem.
“Não é nada de novo, já foi decidido há alguns anos que em 2018 só se poderia usar três motores. Tivemos algumas reuniões com as equipas para decidir voltar aos quatro motores em 2018, mas para isto precisávamos que todas as equipas o quisessem, como não o tivemos, serão apenas três motores”, disse Todt.











Esperemos que este finca-pé da Ferrari não seja um tiro no pé. Começamos a falar de motores capazes de fazer 7 fins-de-semana, o que equivale a 24h de Le Mans, e fazer motores com este nível de robustez, não deve ir ao encontro de uma redução de custos, antes pelo contrário, porque provavelmente aumenta muito os custos de projecto e construção, para além de que se a ideia é cada carro usar menos um motor, vamos ver se eles se revelarem frágeis, se não vão é usar um ou dois a mais. Quanto a este Monsieur Petit Napoleon, devia ter… Ler mais »
FONIX Fazem as regras. Todos assinam e depois dao um tiro no pe!!!!!!!!!!Ja nao vale, volta atraz……………………entendam-se?..