A Ferrari revelou que colocou Mick Schumacher na sua equipa-cliente, Haas F1, de modo a avaliar o crescimento do piloto alemão e o potencial de promoção para a Scuderia no futuro, disse o chefe da equipa, Mattia Binotto. Depois de ter conquistado o título de Fórmula 2 no ano passado, acrescentando palmarés à sua vitória na série europeia F3 de 2018, Schumacher assinou um contrato com a equipa americana Haas, e vai estar durante algum tempo em ‘exame’: “Mick Schumacher será um dos pilotos da Haas (este) ano, o que para nós é uma grande oportunidade, mostrando a força da colaboração que temos. O Mick faz parte da nossa FDA (Academia Ferrari9 e o programa da FDA não está lá para desenvolver pilotos para a F1, mas sim para desenvolver pilotos que um dia poderão pilotar um Ferrari. Quando se passa de F2 e se salta para F1, o primeiro ano não pode ser diretamente para um carro vermelho, porque isso seria demasiada responsabilidade, devido à falta de experiência. Assim, saber que temos equipas de clientes ou parceiros com os quais podemos contar para continuar a desenvolver os nossos pilotos de F1 é um elemento importante”, disse Binotto cuja formação principal tem o mais jovem line up desde 1968, com Charles Leclerc e Carlos Sainz. Como se percebe, uma dupla para vários anos. Curiosamente, tomara à ‘academia’ da Red Bull ter tanto potencial quanto tem a da Ferrari, neste momento, com Schumacher a juntar-se ao vice-campeão da F2 do ano passado, Callum Illot, que este ano cumprirá as funções de piloto de teste da Ferrari, incluindo a condução em algumas sessões de Treinos Livres, e Robert Shwartzman, que está entre os favoritos para o título da F2 deste ano. E ainda há Antonio Giovinazzi, que já deve ter percebido as alternativas que tem: ou faz uma época estrondosa e marca posição quando à possibilidade de chegar à Ferrari. Se isso não chegar, vai ter que esperar que a sua, então, experiência chegue para ser contratado por outra equipa. A terceira opção é a que o italiano menos deseja, procurar alternativas fora da F1. O ano passado Giovinazzi esteve bem, mas este ano tem que fazer ainda melhor…











