F1, Dietrich Mateschitz: “Max Verstappen é o novo Ayrton Senna”

Por a 7 Novembro 2016 15:19

O piloto da Red Bull tem sido a grande figura emergente na Fórmula 1 nos últimos dois anos. Com apenas 19 anos, Max Verstappen não tem deixado ninguém indiferente com a sua impetuosidade em pista que algumas vezes acaba por ir além dos limites.

Numa grande entrevista concedida à publicação espanhola ‘Marca’ o proprietário da Red Bull, Dietrich Mateschitz, considera que Max Verstappen pode ser considerado o novo “Ayrton Senna, tendo em conta o seu talento, força mental e a coragem que demonstra nas corridas. No entanto também tem de ser capaz de manter o seu nível de velocidade e força durante vários anos. Ninguém sabe se isto vai acontecer, mas acreditamos que o Max tem potencial”.

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35 comentários

  1. Pity

    7 Novembro, 2016 at 16:34

    Confesso que não segui com atenção o primeiro ano de Senna na Lotus, mas duvido muito que não respeitasse os adversários, muito menos as regras. Para já, tinha 25 anos, não 19, ou seja era um adulto.
    A comparação com o primeiro ano de Senna na Lotus, tem uma justificação: era o segundo ano na F1, primeiro ano numa equipa competitiva, como está a ser a de Verstappen. Mais tarde, a situação, pelo menos num caso, foi diferente,
    mas como só podemos comparar o que é comparável, comparemos apenas os dois primeiros anos . Max tem talento, força mental, mas não sei se tem coragem, ou loucura. Também não sei se este tipo de comparações é útil ao Max, temo que não seja, pois o que mais se nota é arrogância.

    • malhaxuxas

      7 Novembro, 2016 at 18:28

      Desculpe a intromissão.
      “…era o segundo ano na F1, primeiro ano numa equipa competitiva, como está a ser a de Verstappen”. A RBR está bem acima do nível da Lotus naquela época. A Lotus vinha de um mal período e só com a chegada de “Duca” no ano anterior é que aquilo melhorou. O resto era talento Senna. Haja em vista o que fazia o De Angelis com o mesmo carro. Aquela molha que eu apanhei no Estoril para ver aquele “Mágic”, valeu por demais. Nunca mais se viu algo assim. Até a qualificação foi soberba. Não querendo ser exagerado, aquilo foi uma humilhação aos pilotos da Ferrari, McLaren, Renault e Williams, que eram nitidamente carros superiores, talvez Williams menos. Ainda não vi nada disso do Max. Estou desejoso de o ver andar “à chuva”. Aí vou poder apreciar.
      Arrogância é também o que eu vejo, num produto do marketing. Senna nunca foi arrogante. Era duro e por vezes jogava com as armas todas. Alguém se lembra de outro piloto que esteve para ser excluído “politicamente” da F1?
      Senna quando chegou à F1 trazia credenciais e os “trutas” sempre o respeitaram desde o início. Este “puto”, porque não tenho outro mimo para lhe por, já é alvo de contestação pelos colegas. Muito mau mesmo. Veja-se a tal regra anti-cliMAX.
      Eu não acredito nada neste Max. Gosto bastante mais do Ricciardo.

      • Pity

        7 Novembro, 2016 at 18:50

        Não tem nada que pedir desculpa “pela intromissão”. Tem todo o direito de dar a sua opinião, seja ou não em resposta.
        Como já disse mais de uma vez, comecei a ver F1 em 81 ou 82, os primeiros pilotos por quem torci foram Piquet, Villeneuve e Pironi, mas na altura, não “pescava” nada do que via. Lembro-me de Mónaco 84 e de Estoril 85, como não podia deixar de ser, claro que torci pelo Senna, mas porque, curiosamente, já embirrava com Prost, por alguma coisa que ele terá feito, mas que já nem me lembro. Acho que só comecei a perceber o valor real do Senna, no dilúvio do Estoril, mas eu não seguia então a F1 como hoje sigo, via umas corridas, falhava outras, portanto as minhas opiniões sobre aqueles anos são muito falíveis. Nem sabia que as equipas tinham dois carros de pintura igual, veja lá o meu grau de conhecimento! Acho que só a partir de 86 é que comecei a entrar mais a sério nos meandros da F!.
        Quanto ao Max, acho que tem bastante talento, mas também uma arrogância e ambição fora do normal. Provavelmente foi parar à equipa errada, precisava de uma equipa que lhe limasse as arestas, não que o apoiasse em tudo.

    • Iceman07

      7 Novembro, 2016 at 19:07

      O Senna podia ser um bocadinho agressivo as vezes, no inicio foi várias vezes criticado pelo Niki Lauda e o Mansell mas tenho certeza que não vinha para a imprensa dizer o que este Max anda a dizer, a atirar misseis em todas as direcções e sentidos.

    • [email protected]

      9 Novembro, 2016 at 11:18

      No que diz respeito ao respeitar os adversários o Max é um menino de infantário comparado com Senna, com Senna tudo tinha que ser feito como ele queria ou então o circo pegava fogo. Era um perfeccionista, um piloto fantástico numa volta, talvez o melhor de sempre, mas em corrida se fosse pressionado rapidamente borrava a pintura. Arrogância era o nome do meio dele, o que o tornava um ser estranho, pois apesar de ser bastante introvertido era de uma arrogância extrema, muito ao estilo de “eu quero posso e mando e se não for como eu quero vais para fora da pista”,este era o Senna, como piloto deixa saudades, como homem, nem por isso..

      • Pity

        9 Novembro, 2016 at 13:51

        Tenho uma opinião bem diferente, como homem, era uma pessoa sensível, amiga de ajudar, preocupado com o seu semelhante, basta vermos que, quando morreu, estava a construir o Instituto que leva o seu nome, assim como a preocupação que demonstrou sempre que um colega tinha um acidente grave. Eric Comas que o diga.
        Na pista, era duro, muitas vezes exagerou, mas tirando Prost, nunca ouvi, ou li palavras de desrespeito como ouço do Max.

  2. João Pereira

    7 Novembro, 2016 at 16:36

    Pois eu acho que não. E quem acha que si, esquece (ou não sabe) que Ayrton teve 3 pódios com o pior carro da grelha no primeiro ano, e venceu o seu primeiro sob um diluvio numa das pistas mais dificeis…

    • malhaxuxas

      7 Novembro, 2016 at 18:29

      Imaginem o Max no Toleman. Onde andaria?

      • João Pereira

        7 Novembro, 2016 at 20:59

        Atrás do Manor… Certo?!

        • malhaxuxas

          7 Novembro, 2016 at 23:30

          Também não!. Coitado do rapaz. Apesar de tudo dá luta ao Ricciardo, que todos concordamos está a caminho de ser um ótimo piloto, quiçá brevemente campeão, assim a Mercedes deixe.

          • João Pereira

            9 Novembro, 2016 at 14:15

            O Manor nem sempre anda em último…

  3. Frenando_Afondo™

    7 Novembro, 2016 at 16:56

    O Mateschitz limita-se a vender o seu produto. Que outro piloto continua a despertar paixões mesmo depois de morto? Ayrton Senna, assim que vamos lá associar o Verstappen à lenda brasileira e ver se cola.

    E “curioso” ele fazer estas declarações pouco antes do GP do Brasil… Deve ser coincidência… 😉

  4. O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada

    7 Novembro, 2016 at 16:59

    A única coisa que aqui importa registar é que Mateschitz, mesmo sendo austríaco, para elogiar Verstappen vai buscar como termo de comparação Ayrton Senna e não outro piloto. Senna continua a ser a referencia máxima de excelência da história da Formula 1. Cumprimentos

    • malhaxuxas

      7 Novembro, 2016 at 18:31

      Basta lembrar os inquéritos recorrentes onde onde o Best of the bests é invariavelmente ele.

  5. Miguel Costa

    7 Novembro, 2016 at 17:13

    Ontem era o Kvyat, hoje já é o Max… Não sei como é o Max a nível de afinações nem como é a nível de sensibilidade para a resolução de questões técnicas no carro, mas se for bom nisso o Ricciardo é melhor, a julgar pelos resultados. O Senna era excelente nessa vertente técnica, desde que acompanho F1 só houve (para mim) dois melhores que o Senna nesse aspecto, o Piquet e o Lauda. O primeiro ano do Senna na Lotus mostrou isso, apesar de o seu companheiro de equipa também ser bom nessa tarefa, a equipa virou-se toda para o Senna, que com as qualidades que tinha, disfarçou o menor monologar nas lutas contra os William e McLaren. Quando vir corrida após corrida o Holandês a fazer poles à frente dos Mercedes, e a andar na frente dos outros nem que seja as primeiras 10 voltas, aí já se pode dizer que ele PODE ser o novo Senna, até lá é marketing.

    • malhaxuxas

      7 Novembro, 2016 at 18:34

      …Quando vir corrida após corrida o Holandês a fazer poles à frente dos Mercedes, e a andar na frente dos outros nem que seja as primeiras 10 voltas….Senna, o único. Para afagar os tifosi. Só houve outro parecido mas muito menos consequente. Villeneuve. Gilles

      • Marcos Sousa

        8 Novembro, 2016 at 10:17

        Com estes carros não é possível alguém conseguir o que o Senna fazia em 85-87 pois trata-se de carros muito dóceis e fáceis de pilotar. Digamos que agora é 85% carro e 15% piloto ao passo que nos anos 80 seria 65%-35%.
        Para 2017, talvez já se vislumbre melhor o talento de alguns pilotos.

    • Marcos Sousa

      8 Novembro, 2016 at 10:14

      Parece que se esqueceu do Prost que era tecnicamente superior ao Senna mas inferior em velocidade.
      Quanto ao Max estão a dar-lhe muito gás e isso só o está a tornar num dos pilotos mais arrogantes da história da F1. Faz falta um piloto como Senna ou Piquet para o meter na ordem pois não parece ter respeito por ninguém e ainda se está a borrifar para as regras. A continuar assim, um acidente grave será uma questão de tempo pois um dia vai apanhar alguém que lhe vai dar o “troco”.
      O que ocorreu no México foi uma anedota pois deram-lhe uma penalização inferior à de Vettel e a FIA faltou ao respeito ao alemão. Vamos ver os próximos capítulos…

      • Miguel Costa

        8 Novembro, 2016 at 15:11

        Eu por acaso não acho que o Prost a nível técnico fosse superior ao Senna, o brasileiro tinha um feeling intuitivo das coisas a melhorar ou que estavam mal no carro, parecia que as sentia, era para mim o talento puro, o Prost era um piloto mais cuidadoso, mais teórico e que menos riscos corria nas afinações, daí o Senna conseguir muito mais poles que o Prost na McLaren, as vitórias, não me lembro mas acho que não tem a discrepância da poles. O Prost era muito forte em corrida, estrategicamente e cuidava muito mais do material que o Senna que era rapidez pura.

  6. NOTEAM

    7 Novembro, 2016 at 17:35

    Não acho que faça sentido uma comparação destas, comparar alguém tão jovem e inexperiente com uma lenda da modalidade traz consigo uma pressão totalmente desnecessária e estou convencido que o Max viveria bem sem ela. Mesmo se o Dietrich Mateschitz acredite cegamente nisto nunca o deveria dizer publicamente, pelo menos numa fase tão precoce da sua carreira. O que ele está a tentar fazer é tirar o máximo de partido desta “Maxmania” e uma declaração desta entra logo para as capas.Antes de se comparar com o Senna ou com qualquer outro que tenha marcado a história da modalidade, tem de se bater com os que lá andam e criar a sua própria história. Deixem mas é o rapaz em paz!

    • malhaxuxas

      7 Novembro, 2016 at 18:38

      …Dietrich Mateschitz acredite cegamente nisto ….Onde andava este senhor na era Senna? Se estes elogios a Max viessem de gente DA F1, como Lauda, Prost, etc, teriam crédito. Assim, é vender a SUA banha da cobra.

  7. malhaxuxas

    7 Novembro, 2016 at 18:09

    Parabéns foristas. Unanimidade assim, é bonito!

  8. Prego a Fundo

    7 Novembro, 2016 at 18:26

    Sim, sim. É mesmo verdade!! Lá no simulador… ele começa a sonhar!!!. Eu quando jogo também acho que sou o Senna!!!

  9. malhaxuxas

    7 Novembro, 2016 at 18:39

    Meus caros foristas. Apeteceu-me responder a todos, por concordar com todos.
    De resto dizer que o puto também parece ser bom, como mais uns 5 ou 6 que por lá andam. Nada mais.

  10. Iceman07

    7 Novembro, 2016 at 19:04

    HAHAHAHAHAHA isto só pode ser no gozo… novo Senna? O Dietrich pifou, está todo marado da tola: Ele e o Bernie deviam ir para o manicómio, cambada de malucos.

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