F1: Christian Horner culpa Mercedes pelo desinteresse dos fãs
O domínio da Mercedes na Fórmula 1 é uma das razões porque os fãs estão fartos da Fórmula 1. Quem o diz é Christian Horner, chefe da Red Bull Racing no terreno, em entrevista ao canal de televisão americano ESPN. O diretor da equipa austríaca quer que os novos regulamentos ajudem a animar o espetáculo.
Horner explicou que “quando os fãs sabem quem vai ficar com a pole-position e quem vai ganhar a corrida, não se pode culpar o público por perder o interesse. Dá para ver a direção que o público está a tomar, quando a Mercedes ganhou 51 das 59 corridas nos últimos três anos”.
Mudar isto é fácil, no entanto, já que “as corridas do México e do Brasil foram excitantes, estimulantes. O que precisamos é que todas as corridas sejam assim. Esperamos que este ano estejam duas ou três equipas a lutar pela vitória e baralhar um pouco o plantel”.
Horner também admite que “as novas regras vão poder ajudar a abanar um pouco as coisas, mas não são tão radicais como as de 2008-2009. Só que ainda não quero começar a fazer profecias. As coisas podem mudar, mas talvez a Mercedes consiga encontrar mais vantagem. Só depois de termos realizado as primeiras três corridas vamos poder perceber como está o campeonato”.
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f1jp
3 Janeiro, 2017 at 10:39
E muito engraçado este artista. So ele e o seu ex piloto Vettel, dois choroes. Enquanto a Red Bull dominou era tudo uma festa, agora que não tem estado no topo já e preciso mudar tudo. O outro quando tinha carro para andar na frente também era tudo normal agora que tem que entrar em luta com outros já estão todos contra ele. Tristes figuras.
Miguel Costa
3 Janeiro, 2017 at 11:03
Quando eram eles (RB) a dominar já não era assim… A F1 é cíclica ora domina um, ora domina outro, pode ser que voltem a ser eles qualquer dia destes e vamos ver se o discurso é coerente!
Jabba
3 Janeiro, 2017 at 16:44
Acho que o que matou a F1 foi o domínio do Schumi e depois do Vettel, e agora da Mercedes. Já repararm em alguma coisa em comum?
Iceman07
3 Janeiro, 2017 at 17:54
O dominio do Schumi não matou, foram apenas alguns murros. Já o Vettel começou a dar facadas e a Mercedes veio e deu a facada final.
Jabba
5 Janeiro, 2017 at 10:56
Exatamente. Fomos vencidos por cansaço de hegemonia germânica…
Frenando_Afondo™
3 Janeiro, 2017 at 17:41
E que tal fazerem um trabalho melhor e chorar menos…?
Iceman07
3 Janeiro, 2017 at 18:04
O desinteresse dos Fãs têm várias causas…
Acho que maior parte dos fãs de F1 (de F1, e não fãs de equipa X e equipa Y) não gostam de domínios, preferindo 2 ou mais equipas a lutar pelas vitórias/campeonatos. O único domínio ‘interessante’ foi talvez o Senna-Prost, porque apesar da McLaren dominar os dois pilotos lutavam pelas vitórias. Mas nisto a Red Bull também contribui, pois ganhou 4 títulos seguidos, 2 deles com total dominio (2011 e 2013). Então vir um gajo da Red Bull culpar a Mercedes é simplesmente patético.
Circuitos chatos em países sem cultura de F1, ainda por cima a calhar no mesmo dia de Le Mans também não ajuda.
Jabba
5 Janeiro, 2017 at 10:59
Tocou num ponto interessante. É que estes circuitos “Tilkeanos” são muito bonitos aos olhos mas em termos práticos são uma “#$$%#! Tirando talvez o de Austin, que foi muito bem conseguido, mas não deixa de ser um circuito onde não dá medo andar a fundo!
peudreot106rallye
4 Janeiro, 2017 at 0:25
o desinteresse dos fans vem da tv a pagantes e de não querer chorar por ver a ginger spice com o C. Horner
Iceman07
4 Janeiro, 2017 at 3:50
Isso também! Ainda me lembro em 2005 e 2006 ver as corridas na RTP, era um espectáculo! Em 2007 ainda tive Sport TV mas depois não tive mais e passei a ver só via stream.
Prego a Fundo
4 Janeiro, 2017 at 9:12
O meu interesse pela F1 começou no início dos anos 80 quando era miúdo e numa altura em que só havendo 2 canais toda a gente “levava” com a F1, pelo menos, ao Domingo ao início da tarde. Era um momento de televisão a não perder.
Nessa altura eu, obviamente, não fazia grandes análises à qualidade das corridas nem a nada em concreto.
O que havia muito nas corridas nessa altura (e que foi decrescendo até ao final do século XX) era falta de fiabilidade dos carros e/ou motores o que fazia com que o desfecho da corrida fosse quase sempre um incógnita mesmo que o primeiro tivesse 30s de avanço para o segundo (o que até acontecia com alguma frequência).