Muita gente poderá ter-se questionado das razões pelas quais, Pierre Gasly foi despromovido à Toro Rosso, agora Alpha Tauri, e Alex Albon saiu da Fórmula 1, tendo a equipa de Faenza promovido o rookie japonês Yuki Tsunoda.
Claro que ninguém acredita que o japonês possa fazer melhor do que faria Alex Albon na Alpha Tauri, mas as razões são simples de perceber e é o próprio Albon que as refere, depois de ter quebrado esta semana o silêncio sobre a sua substituição, deixando claro que pretende regressar em 2022: “Para ser justo, as coisas estavam a ficar cada vez melhores, mas no final, era tarde demais”, disse o tailandês nascido em Inglaterra, antes de admitir que tudo lhe sucedeu na altura errada: “Tudo teve a ver com o timing”, disse Albon. O Yuki (Tsunoda) acabou de ter uma temporada muito forte na Fórmula 2, por isso não culpo a equipa e ainda sou um piloto da Red Bull”.
Agora, Albon tem que esperar para ver como evoluem as coisas na Red Bull. Fala-se da possível saída de Max Verstappen, ninguém sabe o que Sergio Pérez será capaz de fazer na equipa, por isso Albon quer manter-se por perto: “O objetivo é guiar novamente para a Red Bull na Fórmula 1. Há quatro, e não dois lugares a serem divididos, por isso, se tudo correr bem, é possível.
Penso que durante o Verão vamos ter uma ideia aproximada de como tudo vai correr. Até lá, pelo menos, concentrar-me-ei totalmente na Red Bull. Depois disso, veremos como correm as coisas”, disse.Já Christian Horner, defende que que Alex Albon se ter mantido no programa de pilotos da Red Bull é importante: “Todos nós queríamos que Alex mantivesse o seu lugar”, disse Horner à Auto Motor und Sport: “Ele tem potencial, mas faltava-lhe consistência. É por isso que vai manter o seu lugar na equipa como piloto reserva e simulador e fazendo os testes de pneus por nós.
Ele aceitou esse papel e vai tentar aproveitá-lo ao máximo.
De resto, foi uma oportunidade invulgar ter um piloto como Sergio Perez no mercado”, concluiu.










