F1: Bernie Ecclestone fica por mais três anos

Por a 7 Setembro 2016 16:28

Depois dos constantes rumores da venda da Fórmula 1 a uma nova empresa, Bernie Ecclestone confirmou que não estará presente no GP de Singapura, para tratar dos detalhes da venda das ações da CVC na Formula One Management ao Liberty Media Group. A empresa americana vai controlar os 35 por cento de ações da CVC.

Embora esta mudança de proprietário indique uma nova direção nos destinos da gestão financeira e da imagem da F1, a mudança poderá ser mais gradual do que o esperado, com Ecclestone a confirmar que “eles pediram-me para ficar durante três anos. Vou ter que ficar por lá a tratar destes detalhes e não vou poder ausentar-me durante cinco ou seis dias para ir a um Grande Prémio. Quanto a ficar, acho que ninguém sabe se isso vai acontecer e por quanto tempo”.

O mais provável é que a Liberty Media deva nomear um novo presidente, com Ecclestone a assumir uma função de consultoria, tratando de alguns pormenores, nomeadamente as relações entre a gestão da F1 e as equipas.

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7 comentários

  1. Frederico Lemos

    7 Setembro, 2016 at 17:12

    NNÃAOOOO!! :<

  2. GillesI

    7 Setembro, 2016 at 18:03

    É a decisão mais sensata para quem compra e até para as equipas. Tratando-se ee um grupo media, essencialmente, a Liberty tem uma quantidade de contratos para negociar, ainda que tenha que honrar os que a CVC negociou, mais tarde ou mais cedo terá que negociar os contratos da Sky, Eurosport, Globo e afins. Por outro lado, o actual Pacto da Concórdia extingue-se em 2020, daí o pedido para o Bernie ficar mais 3 anos, mais que normal, ser até natural. Esta F1 é uma criação dele, portanto ninguém melhor que ele para assegurar a transição garantindo que não é bom para a F1 pô-la a correr em ovais e utilizar um sistema de bandeiras para um final arrepiante, p. ex.

  3. Frenando_Afondo™

    7 Setembro, 2016 at 20:36

    Oooooh. era muita sorte. Deve estar a precisar de mais uns trocos então fica mais uns anitos.

  4. LeonardoM

    7 Setembro, 2016 at 22:21

    Muita gente não gosta do bernie, mas vai fazer muita falta. Este é o seu império e a decisão mais sensata é ele continuar até ficar tudo no pleno e estabilizado com os novos proprietarios.
    Já agora alguém me pode explicar o que é tal pacto de concórdia que o usuário gillesi falou?

    • GillesI

      7 Setembro, 2016 at 23:03

      É. A “Bíblia” da F1. É um acordo estabelecido entre a FIA que pouco mais faz que aprovar circuitos e ratificar as regras, trata da parte legal ou judicial se preferir um termo mais forte. A FOM é a promotora e está encarregue de por o circo na estrada é responsável pela parte financeira, quanto ganha o campeão e por aí fora, finalmente, as equipas, que prometem ter 2 garros em pista em todos os eventos. Este é o actual, veremos o que aí vem, com outros donos e com as equipas a endurecer a sua posição. De resto fazem muito bem, de acordo com alguns jornalistas da especialidade Christia Sylt do Telegraph, Joe Saward , que segue os GPs in loco à anos e escreve para a GP+, uma publicação. Online, ente outos, a afirmarem que, até aqui, mais nenhum promotor teve uma alta como a CVC e companhia. O Bernie p.ex. tem 5, qualquer coisa e os trusts da familia têm 8 virgula x por isso a ideia de ele ir embora tem outra expressão.

    • GillesI

      7 Setembro, 2016 at 23:20

      É. A “Bíblia” da F1. É um acordo estabelecido entre a FIA que pouco mais faz que aprovar circuitos e ratificar as regras, trata da parte legal ou judicial se preferir um termo mais forte. A FOM é a promotora e está encarregue de por o circo na estrada é responsável pela parte financeira, quanto ganha o campeão e por aí fora, finalmente, as equipas, que prometem ter 2 garros em pista em todos os eventos. Este é o actual, veremos o que aí vem, com outros donos e com as equipas a endurecer a sua posição. De resto fazem muito bem, de acordo com alguns jornalistas da especialidade Christia Sylt do Telegraph, Joe Saward , que segue os GPs in loco à anos e escreve para a GP+, uma publicação. Online, ente outos, a afirmarem que, até aqui, mais nenhum promotor teve uma alta como a CVC e companhia. O Bernie p.ex. tem 5, qualquer coisa e os trusts da familia têm 8 virgula x por isso a ideia de ele ir embora tem outra expressão.78

    • anotheruser

      8 Setembro, 2016 at 22:35

      Acordo de conteúdo secreto entre equipas, FIA, organizadores e FOM que estabelece as regras e obrigações de todos os envolvidos e mais importante aborda a questão do dinheiro, modelo de negócio, lucros televisivos e do modo como são divididos entre os envolvidos, poderes da FOM, poderes do grupo estratégico e da comissão da F1, requisitos para seguros, regras de funcionamentos de quem faz as regras e ainda regras para quando as regras não funcionam e é preciso litigar em tribunal.
      Enfim, tudo o que de podre possa ser preciso para gerir um circo.
      Ao longo da história da F1 ocorreram sete pactos de concórdia: em 81, 87, 92, 97, 98, 2009 e 2013 (o actual que é válido até 2020).
      Não é suposto serem do conhecimento público.
      O de 81 acabou com a guerra FISA-FOCA;
      Não sei o que fizeram os de 87 e 92, mas provavelmente apenas alterações dos regulamentos técnicos;
      O de 97 passou muitos dos direitos para as mãos do Bernie, mas sem acordo de toda a gente (este é o único pacto que é público, pois alguém o publicou em 2005).
      O de 98 acabou com a guerra criada pelo de 97;
      O de 2009 corresponde a uma renovação do acordado em 98, mas com nuances porque em 2005 a Ferrari assinou acordo com condições particulares (uma fatia mais gorda de dinheiro e o poder de veto e as condições em que esta o pode exercer);
      O de 2013 que alterou os regulamentos técnicos;

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