F1 2026: novos combustíveis, grelha alargada a 11 equipas, o essencial que precisa saber
A Fórmula 1 embarca numa viragem tecnológica em 2026, com a adopção de combustíveis sustentáveis avançados, uma nova geração de unidades motrizes, mantendo o foco histórico na inovação e na transferência de tecnologia para o automóvel de estrada. Esta evolução enquadra um Grande Prémio da Austrália com carácter simbólico — a sua 40ª edição no Mundial — e com mudanças relevantes no paddock, incluindo a entrada da Cadillac como nova equipa e a chegada da Audi através da aquisição do projecto Sauber.
Inovação e tecnologia: da era híbrida de 2014 aos combustíveis sustentáveis em 2026
Desde 1950, a Fórmula 1 consolidou-se como a competição mais prestigiada do automobilismo e uma das séries anuais mais populares do desporto mundial, sustentando a sua identidade na procura permanente de soluções técnicas mais rápidas e eficientes. A introdução, em 2014, de unidades de potência híbridas V6 1.6 turbo reforçou essa estratégia, ao colocar a categoria no centro do desenvolvimento automóvel contemporâneo.
Para 2026, o compromisso passou por integrar combustíveis sustentáveis avançados na nova geração de motores, procurando conciliar inovação com o espectáculo que tem marcado a modalidade desde as primeiras décadas do campeonato.
GP da Austrália F1: 40ª edição, história contínua e paragens forçadas pela pandemia
O Grande Prémio da Austrália cumpre este ano a 40ª edição no Campeonato do Mundo de Fórmula 1. A prova foi disputada de forma consecutiva entre 1985 e 2019, antes de ser cancelada em 2020 e 2021 devido à pandemia de Covid-19. Entre 1985 e 1995, realizou-se no Circuito citadino de Adelaide.
Registos: Schumacher lidera entre pilotos; McLaren e Ferrari empatadas nos construtores
Michael Schumacher é o piloto mais bem-sucedido na prova australiana, com quatro vitórias (2000 a 2002 e 2004). Entre as equipas, McLaren e Ferrari partilham o topo do palmarés, com 11 triunfos cada.
Vencedores atuais: sete pilotos em atividade já ganharam na Austrália
Sete pilotos do atual pelotão contam com vitórias no GP da Austrália. Fernando Alonso venceu com a Renault (2006) e Lewis Hamilton soma dois triunfos, um com a McLaren (2008) e outro com a Mercedes (2015). Valtteri Bottas ganhou com a Mercedes (2019) e Charles Leclerc triunfou pela Ferrari (2022).
Nos anos mais recentes, Max Verstappen foi primeiro classificado em 2023, Carlos Sainz venceu com a Ferrari em 2024 e Lando Norris, referido como campeão do mundo em título, ganhou na Austrália no ano passado.
Cadillac entra na Fórmula 1 e a grelha volta a ter 11 equipas
A temporada marca a entrada da Cadillac como nova equipa de Fórmula 1, elevando para 11 o número de estruturas na grelha — algo que não acontecia desde o Grande Prémio de Abu Dhabi de 2016, a última corrida disputada pela Manor.
Bottas e Pérez formam a dupla da Cadillac
A Cadillac terá Valtteri Bottas e Sergio Pérez como pilotos, ambos de regresso ao campeonato depois da última participação no GP de Abu Dhabi de 2024. Entre os dois, somam 527 partidas em grandes prémios: Pérez conta seis vitórias em 281 largadas, enquanto Bottas tem 10 triunfos em 246 corridas.
Audi estreia-se como projecto de fábrica após compra da Sauber
A Audi entra também na grelha nesta época, após assumir o controlo da Sauber. A estrutura encerrou no final de 2025 um ciclo de 32 anos na Fórmula 1 sob diferentes identidades — Sauber, BMW-Sauber e Alfa Romeo — antes de passar para a esfera do construtor alemão.
Mercado de pilotos: apenas um rookie em 2026
Há um único estreante a tempo inteiro esta época: o britânico Arvid Lindblad, de 18 anos, que se prepara para a primeira participação num grande prémio pela Racing Bulls. O piloto chega da Fórmula 2, onde venceu três corridas na época de estreia em 2025 e terminou em sexto da geral, depois de já ter feito três participações em treinos livres (FP1) com a Red Bull Racing no ano passado, em Silverstone, no México e em Abu Dhabi.
Aqui ficam as fichas das 11 equipas da grelha
Fonte: FIA
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