F1 2016 vs F1 2017: Descubra as diferenças de andamento…

Por a 11 Março 2017 11:24

As novas regras da F1 foram pensadas para diminuir drasticamente os tempos por volta, e isso foi amplamente conseguido, ainda que hja quem pense que a F1 olhou, e resolveu bem, o ‘problema’ da rapidez, mas ‘esqueceu’ a qualidade das corridas, pois há quem pense que irá ser mais complicado ultrapassar.

Sebastian Vettel ficou muito contente com o que tem sentido com estes novos F1. A maior aderência dos monolugares de 2017, fruto de nova aerodinâmica e novos pneus, faz com que tudo tenha sido, segundo o alemão “Corrigido em relação a 2016. Funciona como a aspirina, curam tudo. Do ponto de vista do piloto é melhor em tudo. É melhor a travar, tens mais aderência e fazes melhor as curvas. Apesar disto, é difícil comparar o monolugar de 2016 com este, são ‘animais’ bem diferentes.”

Já Lewis Hamilton não está nada convencido que os novos F1 possam proporcionar boas corridas em 2017. Há muito que o piloto inglês adverte para a possibilidade da nova regulamentação poder tornar ainda piores as corridas de F1: “Temos agora muito apoio aerodinâmico e precisamos de mais aderência mecânica mas o que nós precisávamos era estes pneus com bastante mais aderência e menos apoio aerodinâmico. Portanto, o caminho foi exatamente ao contrário. Vamos esperar que as corridas sejam fantásticas, mas não sustenham a respiração por isso. A partir de agora a turbulência que vamos sofrer vinda do carro da frente é o dobro da anterior e isso amplifica os problemas que já tínhamos antes. Não nos ouviram” disse Hamilton que em teoria tem toda a razão. Quando um Fórmula 1 roda sem nada à frente, recebe 100 por cento do ar que precisa em termos aerodinâmicos, mas a passagem desse ar através do carro cria turbulência para trás, e isso cria um vortex de vento, que afeta muito o carro de trás, e quanto mais perto este estiver, mais o piloto sente esse efeito no seu carro e isto impede que quem rode atrás se possa aproximar com facilidade de quem persegue. Foi muito por causa disto que foi criado o DRS, uma forma artificial de permitir mais ultrapassagens, porque ao alterar a configuração das asas o carro perseguidor ganha velocidade e dessa forma pode passar mais facilmente o monolugar à sua frente. Não nos admirávamos muito que a FIA abra mais vezes o DRS…

Para que se perceba o que anda um F1 de 2016 face aos deste ano, vejam os excelentes onboard:

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1 comentários

  1. [email protected]

    11 Março, 2017 at 18:25

    “F1 2017 vs F1 2017”?! Tudo a dormir…

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