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É oficial: Fórmula 1 de regresso a Portugal

José Luis Abreu by José Luis Abreu
24 Julho, 2020
in Destaque Homepage, F1, FÓRMULA 1, Newsletter destaque, Sapo
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É oficial: Fórmula 1 de regresso a Portugal

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Está confirmado oficialmente, foi agora anunciado no AIA o regresso do Mundial de Fórmula 1 a Portugal, 24 anos depois da derradeira corrida no Estoril,em 1996. O Autódromo Internacional do Algarve vai receber a Fórmula 1 a 25 de outubro.

Depois da FOM ter confirmado há duas semanas apenas mais dois Grandes Prémios, o Grande Prémio da Toscana Ferrari 1000, a 13 de setembro, e o Grande Prémio da Rússia, a 27 de setembro, agora é a vez de Portugal (Portimão, Algarve), Nurburgring, a 11 de outubro, e Imola, a 1 de novembro.

Devido à pandemia de coronavírus, que resultou no cancelamento e adiamento de vários Grandes Prémios, abriu-se uma janela de oportunidade que foi bem explorada por Paulo Pinheiro, CEO do AIA e pela FPAK, que fizeram saber junto da FIA da disponibilidade de Portugal receber um Grande Prémio. As coisas foram avançando, e já há algum tempo que existia uma fortíssima convicção que a F1 iria mesmo regressar a Portugal, ainda que nada pudesse ser dado como certo devido à permanente tentativa da Liberty de realizar corridas na Ásia e América.

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Há muito que o Autosport sabe que a prova era quase 100% certa, mas só agora surge a confirmação oficial, e essa determina a certeza absoluta.
Depois de duas corridas no Red Bull Ring, na Áustria, uma na Hungria, estão agora previstas mais duas para Silverstone, seguindo-se os GP de Espanha, Bélgica, Itália, Mem Monza, novamente Itália com o Grande Prémio da Toscana Ferrari 1000, depois e o Grande Prémio da Rússia, agora ficaram a conhecer-se os GP da Alemanha, Nurburgring, Portugal, Algarve e 11 de outubro, e San Marino, Imola.

Em declarações recentes, Paulo Pinheiro, CEO do AIA explicou que o estado português terá de fazer um investimento que “oscilará entre os 3 e os 3,5 milhões de euros.”, disse à mesma fonte.

Ou seja, para que se perceba a vantagem da oportunidade, Portugal tem a hipótese de receber um Grande Prémio de Fórmula 1, 24 anos depois do último Grande Prémio de Portugal se ter realizado no Estoril em 1996, por um valor 10 vezes menor do que aconteceria se Portugal se candidatasse a receber novamente a Fórmula 1. E mesmo, 30 milhões é para “começo de conversa”, e haveria sempre que esperar algum tempo até ser possível ter a corrida. Para além disso, 30 milhões… por cada ano de contrato. E para se ficar a perceber ainda melhor o que vale a Fórmula 1: há países do Médio Oriente e da Ásia, em que as conversas já andam nos 70-80 milhões de dólares. Portanto, perceba-se o que vale hoje em dia a Fórmula 1. Muito podem dizer que não, mas é o ‘mercado’ diz que sim, pois quando há quem se prontifique a pagar…é porque entende que vale.
E os valores necessários que o estado português invista, são para melhoramentos no circuito, um novo asfalto, por exemplo, entre outras várias medidas que a F1 exige para correr nessas pistas, que têm maioritariamente a ver com segurança, nada têm a ver com o retorno.

No último estudo conhecido, o impacto económico do Vodafone Rally de Portugal de 2019, gerou 141,2 milhões de euros na economia nacional, mais 2,9 milhões que a edição anterior, registando um novo recorde no impacto que o evento provoca anualmente no país sendo que mais de metade do retorno verificou-se em despesa direta assegurada por adeptos e equipas nas regiões do Norte e Centro onde decorreu a prova do Automóvel Club de Portugal: 73,42 milhões de euros. Isto é no WRC, imagine-se a Fórmula 1, que tem um impacto muito, mas muito maior que o WRC no mundo.

Ainda de acordo com declarações de Paulo Pinheiro ao Jornal Económico, “Os estados de cada país (ndr, na Europa) têm de pagar entre 27 a 36 milhões de euros para ter um Grande Prémio de Fórmula 1 por causa da visibilidade que tem para todo o mundo e do impacto quase incomparável face ao retorno que o país terá, por via dos impostos, fruto da faturação que se gera. Tudo isso tem impacto direto na nossa economia, seja na componente dos impostos seja na criação de valor acrescentado”. Mesmo tendo em conta que o impacto da eventual prova deste ano possa não ser tão elevado, devido à situação de pandemia que passamos, o ‘negócio’ será sempre altamente lucrativo para Portugal.

Para além disso, neste momento ainda não se sabe se o GP de Portugal (ainda e sempre, caso seja confirmado no calendário) pode ter, ou não público. Caso isso suceda, é natural que o acordo com a Liberty Media seja diferente, mas sempre vantajoso para Portugal. Ou seja, para sermos claros, a partilha de receitas seria eventualmente feita de forma justa e as palavras de Paulo Pinheiro são claras: “Somos uma entidade privada e, no final, temos de pagar os ordenados e as contas. Se vou bloquear o meu circuito para criar um evento mundial em que o maior beneficiado é a região e o país, direta e indiretamente, não posso pagar essa fatura. Há uma componente que é da minha responsabilidade e que assumo, mas há outra que é a da promoção e estamos a falar de um valor super descontado que, de outra maneira, seria completamente impossível ter uma corrida de Fórmula 1 em Portugal sem pagar os tais 30 ou 40 milhões de dólares. Estamos a falar de metade daquilo que seria a receita direta do IVA e da bilheteira”.

Portanto, Paulo Pinheiro pretende que “uma pequena parte da visibilidade que o Estado assegure seja comparticipada pelo Turismo de Portugal, de forma perfeitamente clara e transparente, com métricas de avaliação que queremos e desejamos que sejam perfeitamente definidas, até para se perceber o impacto que a corrida tem. Queremos que a corrida seja um sucesso para o país e para a região, todos merecemos isso depois do que passámos. Não quero perder dinheiro com a Fórmula 1″, disse ainda na mesma entrevista ao Jornal Económico.

Mas afinal, que retorno pode trazer a Fórmula 1? Paulo Pinheiro sabe que pode haver público nas bancadas do AIA, pouco, muito, ou o que o AIA poder comportar. Não se sabe isso neste momento, o que se sabe é que a possível vinda da F1 a Portugal em 2020 é uma possibilidade muito forte, e com ela uma receita de bilheteira que pode chegar a 35 milhões de euros: “fazendo uma extrapolação do que são outras corridas na Europa pelo preço médio dos bilhetes, se calcularmos entre 30 a 60 mil espetadores, estamos a falar de um intervalo que vai dos 17 aos 35 milhões de euros de receita de bilheteira”.
Quanto ao impacto económico: “Nos estudos preliminares, estimamos que só a estrutura da Fórmula 1, as equipas e toda a organização de suporte das corridas possam trazer um impacto económico direto entre 25 a 30 milhões de euros”, disse Paulo Pinheiro, ainda e sempre ao Jornal Económico.

Até aqui falámos da parte económica, muito bem explicada pelo Jornal Económico. Mas agora vem a desportiva. Voltando um pouco atrás, ao ralis, já que Portugal recebe há muito uma prova do WRC, o custo dessa prova ronda os 3,5 milhões de euros anuais e o estudo de impacto económico avaliou em 141,2 milhões de euros. Mesmo que esse números possam ser um pouco otimistas, pois são, naturalmente, feitos por extrapolação de cerca de 1000 entrevistas no terreno, os números da Fórmula 1 multiplicam-se, provavelmente, por 10.
Veja o custo das provas. 3,5 milhões de euros o Rali de Portugal, uma prova de Fórmula 1 na Europa custa ao Promotor nunca menos de 30 milhões. E se custa isso é porque o impacto que traz ao seu país, é gigante, porque se não fosse assim, ninguém queria ter F1 por esses valores. Até se pode achar que o valor é alto, mas a verdade é que tem havido até aqui 10 Grandes Prémios de Fórmula 1 na Europa, e só um deles não paga, o Mónaco. Itália (Monza) paga cerca de 10 milhões, e o mais ‘barato’ fora da Europa é o Canadá, que paga cerca de 20 milhões de dólares. Para que se perceba a diferença, Abu Dhabi paga cerca de 70 milhões de dólares, Singapura, 65 milhões.

A Fórmula 1 é o pináculo do desporto motorizado, e tem números absolutamente estonteantes, ainda que os motores (em termos gerais) estejam fora do top 3 da lista mundial de desportos: 1º Futebol; 2º NBA, 3º Boxe; 4º ‘Motores’, 5º Golf, 6º NFL, Futebol Americano; 7º Ténis; 8º Hóquei no Gelo; 9º Basebol; 10º Ciclismo. Portanto, vendo o que está a ser comparado, tem-se uma ideia do que vale a F1, sendo que esta lista atrás apresentada diz respeito à globalidade dos ‘Motores’. Há como se sabe, grandes eventos motorizados que também valem muito, o WRC, 24 Horas de Le Mans e Dakar. Para não falar das Indy 500 ou da própria NASCAR.

O Impacto económico direto de uma possível corrida de Fórmula 1 em Portugal dificilmente fica abaixo de 170 milhões de euros, e o Algarve pode tirar grande partido disso, pois a região, como se sabe, tem grande capacidade de gerar receitas de turismo, e quem porventura visitasse Portugal para a Fórmula 1, uma grande percentagem, provavelmente voltaria ali de férias num futuro próximo.
É só mostrar-lhes o que há por ali…

Por fim, sendo verdade que Portugal vai receber a Fórmula 1 este ano, isso passar a acontecer daqui para a frente é uma conversa totalmente diferente. Não diríamos ser totalmente impossível, mas com os valores necessários de investimento, não seria nada fácil. Mas, e como há sempre um mas, há sempre a possibilidade da globalidade da Fórmula 1 gostar tanto da visita a Portugal – a temperatura média de Portimão em outubro é de 16º de mínima e 24º de máxima – que queiram vir cá mais vezes. É que a pista é estrondosa, imaginamos que dará uma excelente corrida de F1, uma espécie de ‘montanha russa’, as instalações são do melhor que há, hotéis não faltam, resta sonhar com a possibilidade.

José Luis Abreu

José Luis Abreu

Entre curvas e muito pó, descobri que o olhar treinado pela fotografia e a paixão pelos ralis só podiam levar a um destino: o jornalismo desportivo. E já lá vão mais de 30 anos…

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51 Comentários
JoaoLima
JoaoLima
6 anos atrás

VIVA!!!!!

Roger M
Roger M
6 anos atrás

Fico feliz pelo regresso da F1 ao país. Mas “entre 27 a 36 milhões de euros”? Ainda por cima com pouco retorno financeiro. Infelizmente vai tocar novamente aos bolsos dos contribuintes.

Last edited 6 anos atrás by Roger M
Futre
Futre
Reply to  Roger M
6 anos atrás

se for à porta fechada, o investimento será entre 3 a 3,5 milhões de euros… pelo segundo a noticia, o estado gasta dinheiro em tanto desperdicio que não me importo ver esses 3,5milhoes de euros “desperdiçados”… 3.5M a dividir por 10M dá 0.35centimos, cada português gasta .35 centimos quase metade dum café! eu dou 2 cafés, e assim alguem não precisa de partilhar o valor…

pedro-prates44gmail-com
pedro-prates44gmail-com
Reply to  Futre
6 anos atrás

Eu dou mais 2 cafés.

Pity
Pity
Reply to  Roger M
6 anos atrás

Esse valor seria numa candidatura normal, não no caso presente. É bom saber ler o que está escrito e não ler na diagonal.

ribeirocc
ribeirocc
Reply to  Pity
6 anos atrás

“Para além disso, neste momento ainda não se sabe se o GP de Portugal (ainda e sempre, caso seja confirmado no calendário) pode ter, ou não público. Caso isso suceda, é natural que o acordo com a Liberty Media seja diferente…”

Freddy Cat
Freddy Cat
Reply to  Roger M
6 anos atrás

Como dizia o outro: É fazer as contas!!!
“Autor do livo “The Economics of Motorsports: The Case of Formula One”, em que apresenta um estudo sobre a economia à volta da F1 desde o seu início, em 1950, Paulo Reis Mourão disse, em declarações à agência Lusa, que o impacto económico direto sem público pode rondar os 100 milhões de euros.”

Last edited 6 anos atrás by Freddy Cat
Vickers
Vickers
Reply to  Roger M
6 anos atrás

São 3 a 3.5 milhões de Investimento faz ideia quanto custa um spot publicitário do turismo de Portugal de mais de 12 horas?

Rui Sousa
Rui Sousa
6 anos atrás

Fico feliz por estar confirmado. Mas não convém deitar os foguetes antes da festa, pois até lá muita coisa pode mudar, quer em Portugal, que lá fora.
Da nossa parte, temos que continuar a ter todos os cuidados para evitar novos focos de contágio.

bravojohny
bravojohny
6 anos atrás

Muito bom. Vai ser um desafio mas também uma oportunidade para nos mostrarmos ao melhor nível na organização de um evento que seja marcante. Implica um investimento mas é também uma boa oportunidade para obter um retorno financeiro e promoção da região. Temos que estar ao melhor nível.

pedro-prates44gmail-com
pedro-prates44gmail-com
6 anos atrás

Sempre acreditei que um dia o AIA teria uma corrida de F1. Ela aí está!

pedro-prates44gmail-com
pedro-prates44gmail-com
Reply to  pedro-prates44gmail-com
6 anos atrás

Nas últimas 6 ou 7 semanas já venho dizendo que seria bem possível a F1 regressar a Portugal (para o AIA) ainda este ano, aproveitando a conjetura mundial. Infelizmente ainda há alguns Portugueses que são da velha guarda (velhos do Restelo) e que acham que os Portugueses não conseguem, ou não têm capacidade, ou somos muito pequenos e lá fora ninguém olha para nós, pois fiquem sabendo que é exatamente ao contrário ! Portugal recebe a F1 e a fase final da Liga dos Campeões precisamente por fazermos bem as coisas. Há muitos países no mundo que se gabam de… Ler mais »

Last edited 6 anos atrás by pedro-prates44gmail-com
pedro-prates44gmail-com
pedro-prates44gmail-com
Reply to  pedro-prates44gmail-com
6 anos atrás

Também temos o exemplo do Nuno Pinto, o excelente trabalho que tem feito com o Lance Stroll na Racing Point.

Pity
Pity
6 anos atrás

E se se confirmar com público, ainda melhor, mas como foi dito na transmissão, é preciso que o público se saiba comportar, acatando todos os constrangimentos que lhe sejam pedidos… ou impostos.

Last edited 6 anos atrás by Pity
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
Reply to  Pity
6 anos atrás

Pity, se for com público organize aí uma excursão dos foristas do AS para ver a corrida!

Cumprimentos

Chicanalysis
Chicanalysis
Reply to  O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
6 anos atrás

É melhor não, ou ainda acabava tudo à estalada…

Pity
Pity
Reply to  Chicanalysis
6 anos atrás

Sim… se juntássemos o RPMS com o Frenando Afondo, por exemplo, ia dar faísca. Mas há outros, se calhar, ainda piores 🙂

O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
Reply to  Pity
6 anos atrás

Naaaa… Eu pagava ao Afondo um cafezinho por cada conta que ele tem aqui!
Ia estar era a corrida toda a pagar-lhe cafés…

Cumprimentos

O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
Reply to  Chicanalysis
6 anos atrás

Looooool
Isso é só no futebol, a “malta” do automobilismo é mais civilizada…

Cumprimentos

Pity
Pity
Reply to  O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
6 anos atrás

Eu? É tão bom ver a corrida sentadinha no sofá…

Murray Walker
Murray Walker
Reply to  O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
6 anos atrás

Estou dentro. Melhor que isso, só mesmo irmos todos ver a corrida e de seguida já existirem condições para fazermos uma alta jantarada.

O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
Reply to  Murray Walker
6 anos atrás

Também é muitíssimo bem escrito!

Cumprimentos

Chicanalysis
Chicanalysis
Reply to  O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
6 anos atrás

Mas, se a excursão fosse de autocarro, quem é que quereria ir sentado ao lado do roger?

Last edited 6 anos atrás by Chicanalysis
Pity
Pity
Reply to  Chicanalysis
6 anos atrás

Um dos 4 garantias

Honda Power
Honda Power
Reply to  Chicanalysis
6 anos atrás

Eu vou com o Roger… não pode é falar no Max e na Mercedes…

Osmane Damianse
Osmane Damianse
6 anos atrás

Parabéns a Portugal e aos portugueses!!! Circuito lindo e vai ser muito bom para a formula1 atual!!!

O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
6 anos atrás

E é uma excelente noticia!

Cumprimentos

V8_scars
V8_scars
6 anos atrás

Se tiver público então lá estarei.

Lisboa
Lisboa
6 anos atrás

Espero duas coisas;

– Que a prova seja um vasto sucesso dentro de pista, para que num futuro próximo, consigamos entrar definitivamente para o calendário. Quem sabe, a substituir Espanha.

– Que consigamos ter público nas bancadas com a máxima segurança para todos.

O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
Reply to  Lisboa
6 anos atrás

Muitíssimo bem escrito!

Cumprimentos

Chicanalysis
Chicanalysis
Reply to  Lisboa
6 anos atrás

E que seja permitida a entrada a negros e que estes fiquem todos sentados à sua volta.

Pity
Pity
Reply to  Chicanalysis
6 anos atrás

Não havia necessidade, como diria o diácono Remédios.

Lisboa
Lisboa
Reply to  Chicanalysis
6 anos atrás

Sabes a minha cor? Ou a cor da minha mulher? Sabes onde cresci? Onde nasci? Sabes a cor da minha família ou amigos? Não sabes minha princesa, não sabes. Tu não passas de uma ovelha choné, sem personalidade e sem cérebro, um enrabado social que emprenha pelas orelhas. O Hamilton diz que quem não apoia o grupo separatista BLM é racista e tu, com medo de parecer mal e sem personalidade, começas a gritar como uma histérica “RACISTA, RACISTA” a quem vê a verdade e não se ajoelha à subjugação racial do Hamilton. És um cobarde que anda com cartazes… Ler mais »

IMG_20200723_202556.jpg
Osmane Damianse
Osmane Damianse
Reply to  Lisboa
6 anos atrás

Seria perfeito substituir o gp da Espanha!!!

pedro-prates44gmail-com
pedro-prates44gmail-com
Reply to  Lisboa
6 anos atrás

Pelo menos, numa 1ª fase, substituir Barcelona nos testes de Inverno, e, se possível, já em 2022, uma vez que em 2021 não haverá testes de Inverno.
De seguida, é perfeitamente sensato, pensar no AIA no calendário da F1 a médio prazo.

Vickers
Vickers
Reply to  Lisboa
6 anos atrás

Era fantástico se conseguíssemos manter a corrida no campeonato. Duvido que nos próximos anos seja possível, as condições que permitiram esta corrida foram excepcionais. As próximas já vão obrigar ao pagamento do fee. Mas pode ser que alguém faça as contas no final e veja o retorno que dá uma corrida de F1. Se conseguirem negociar um fee na casa dos 30M acredito que o retorno seja bastante positivo.
Quanto a substituir o GP de Espanha duvido muito. Os espanhóis têm o Sainz na Ferrari e o regressado Alonso. Só isso enche as bancadas em Barcelona.

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