Estudo antecipa baterias cada vez mais baratas

Por a 25 Setembro 2025 13:43

Por João Isaac

Nos próximos cinco anos, conclui estudo de empresa especializada em mobilidade elétrica, a substituiçãode bateria avariada custará o mesmo do quea reparação de motor a gasolina, o que significa uma redução muito significativa no preço a pagar pela operação.

A longevidade das baterias e os custos elevados associados à reparação ou substituição deste componente vital num automóvel elétrico encontram-se entre as razões por detrás do ceticismo de muitos condutores na adesão à mobilidade elétrica, mesmo depois da publicação de diversos estudos a garantirem que baterias com muitos milhares de quilómetros de utilização e centenas de ciclos de carregamentos apresentavam um estado surpreendente de conservação.

A bateria, sublinha-se, é o componente mais caro do automóvel elétrico, estimando-se que represente, em média, 17%a 30% do custo total. Por esse motivo, as despesas associadas à substituição de módulo(s) ou, num caso mais grave, de todo o acumulador, podem atingir entre 4000 € e 30.000 €, dependendo da química, do fabricante e do carro. Existem mesmos relatos de casos em que a reparação obrigava a investimento maior do que a compra do automóvel.

No entanto, de acordo com resultados de estudo recente, este cenário pode muda de forma significativa a partir de 2030. Dento de cinco anos, devido aos progressos na tecnologia e à massificação da produção, a substituição integral das baterias dos carros elétricos representará um custo inferior às reparações dos motores de combustão interna.

A empresa especializada em mobilidade elétrica Recurrent é a responsável por estudobaseadoem análises financeiras que antecipareduções consideráveis nos custos deste componente. Uma bateria com 100 kWh de capacidade, em 2030, poderá custar 3800 €a 4200 €, enquanto o valor de acumulador com 75 kWh de capacidade deverá rondaros2900 €.

Paralelamente, o mercado cresceste de baterias usadas poderá ajudar a diminuir os preços dos componentes novos, uma vez que os compradores de usados poderão negociar a venda do acumulador– que pode ter uma segunda vida noutro tipo de utilização, como “backup” para parque de carregamento, por exemplo –, o que também contribuirá para a redução do preço a pagar pela bateria de substituição.

Por outro lado, a democratização das baterias LFP, com materiais mais baratos, originou preços mínimos históricos no fim de 2024 (prescindem do níquel ou do cobalto utilizados nas baterias NMC, mais dispendiosos, por serem raros). Também a melhoria em termos de densidade energética tem contribuído para a descida do custo, inclusivamente nas baterias mais caras.

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