A Renault nos ralis
A Renault iniciou-se nos ralis nos anos 50, com o Dauphine 1093 que, apesar de ter um motor de somente 850cc, era um formidável carro de ralis. Posteriormente, deixou de se envolver diretamente, mas aceitou que a Alpine, que passou a preparar os motores, utilizasse o seu nome de forma consistente nas provas de estrada (e de pista), durante os anos 60.
Nos anos 70, bons resultados com o R12 e R17 Gordini encorajaram a Renault a regressar aos ralis de forma oficial. E fizeram-no com diversos modelos do R5.
No início, o R5 de ralis era um simples carro de apenas duas rodas motrizes, mas depois metamorfoseou-se num “monstro” com motor central, turbocompressor e quatro rodas motrizes. Estes carros ficaram obsoletos perante a chegada do Grupo B, onde a Renault não entrou. Depois do final do Grupo B, em 1986, a Renault manteve-se nos ralis com os R11 Turbo de tração dianteira (Grupo A).
Mais tarde, desenvolveram o Clio Maxi e o Mégane Maxi, nos Kit Car 2.0, para a categoria F2 do WRC.
Depois, correram no JWRC com o Clio S1600, mas nos S2000 já não houve qualquer Renault.
Mais tarde tiveram o Renault Clio R3 e R2 em provas europeias e nacionais e atualmente, já na Pirâmide de Ralis da FIA, têm o Renault Clio Rally5, para a base, o Renault Clio Rally4, para o nível seguinte, ainda de duas rodas motrizes, e neste momento já apresentaram o Renault Clio Rally3, o primeiro carro de tração total da marca francesa nos ralis.
Nunca a Renault teve um World Rally Car, que nasceram em 1997, entre as 12 marcas que os construíram. Atualmente o topo da ‘cadeira alimentar’ dos ralis são os Rally1, em que só ainda a Ford, Hyundai e Toyota construíram carros.
O carro apareceu na Primavera de 1985 e o seu motor de 1.527 cc não era mais que uma evolução do original do R5 Turbo, com 1.397 cc. Na conversão, como se tivesse um motor com mais de 2 litros de cilindrada, fator tanto mais positivo quanto o carro era pequeno e muito leve. No limite mínimo de peso, permitia rodas mais largas e acrescentar enormes spoilers. As suspensões foram alteradas, em especial a dianteira, com uma geometria feita ‘ad hoc’ e braços mais rígidos.
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