F1: Shakedown de Barcelona: McLaren chega, Mercedes desponta…

Por a 28 Janeiro 2026 13:00

O shakedown de Barcelona ficou marcado pelo bom desempenho da Mercedes, problemas de fiabilidade da Audi e Haas, e a estreia da McLaren com garra, num dia matinal frio e com interrupções.

O intervalo para almoço chegou a Barcelona com a McLaren já a preparar a mudança de piloto, com Lando Norris a rodar numa manhã marcada pela paragem em pista da Audi, que ainda está “presa” nas boxes. Nico Hülkenberg ficou parado bem cedo na manhã e não regressou à pista.

Não há tempos oficiais, mas sabe-se que o melhor registo terá sido de George Russell, que realizou 92 voltas com o Mercedes. Franco Colapinto será segundo com o Alpine, Lando Norris terceiro, apesar das 33 voltas “tardias” na estreia da McLaren neste shakedown. Arvid Lindblad foi quarto na Racing Bulls, Ollie Bearman quinto na Haas, e Hülkenberg sem qualquer tempo após apenas cinco voltas lentas.

O mais importante da sessão matinal: a Mercedes parece bem, com boa velocidade; Audi e Haas “tropeçam” em fiabilidade; McLaren entra com garra.

A manhã de testes no Circuito de Barcelona-Catalunha despertou com muito frio a banhar as boxes. A Mercedes foi cedo para a pista com George Russell e o W17 a acumular quilómetros.

Cedo se avistaram as primeiras sombras de drama: Nico Hülkenberg parou o Audi R26 no fim da reta traseira, o carro imóvel, bandeira vermelha e mecânicos da equipa alemã com olhares tensos, investigando um novo problema técnico que já os limita desde segunda-feira. Minutos depois, Ollie Bearman imobilizou também o Haas Toyota no traçado, a segunda bandeira vermelha do dia.

A McLaren entrou finalmente em cena, o MCL40 de Lando Norris a surgir das boxes, iniciando voltas de instalação, enquanto Dino Beganovic dava lugar ao jovem Lindblad na Racing Bulls e Franco Colapinto rodava com o Alpine equipado de pneus C1 em sessões intermitentes.

Quanto às ausências: Red Bull fora após o acidente de Hadjar na véspera, Ferrari e Cadillac a pouparem dias para o tempo mais quente, Aston Martin e Williams paralisadas por percalços fabris que “pesam como chumbo”.

A Mercedes destacou-se – os tempos não se conhecem oficialmente, mas há sempre alguém que dá a volta ao texto – com Russell a acumular 92 voltas em bom ritmo, maioritariamente no composto mais duro da Pirelli, com o cronómetro a marcar 1m17.580s – o que poderá ser o melhor registo da pré-temporada até aqui. A asa dianteira única da Mercedes capta olhares curiosos, uma interpretação ousada das regras de aerodinâmica ativa que promete controvérsia e velocidade.

Como lembrete, a Ferrari não está a rodar hoje, tal como a Cadillac. A Williams não está a semana toda e os planos da Aston Martin ainda estão em aberto…

FOTO Mercedes AMG Petronas F1

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