CPV/IS, GT4: Títulos entregues, emoção ao rubro
As corridas de GT da etapa final do Supercars Endurance no Autódromo do Estoril condensaram toda a tensão acumulada ao longo da temporada, com decisões dramáticas que empurraram a definição dos títulos do Iberian Supercars e do Campeonato de Portugal de Velocidade para os instantes finais. Num fim‑de‑semana marcado por incidentes, handicaps decisivos e recuperações ao limite, a grelha de GT4 viu diferentes protagonistas assumirem o comando em momentos-chave, transformando cada volta num capítulo crucial na luta pelos cetros.
As corridas da etapa final do Supercars Endurance, realizadas hoje no Autódromo do Estoril, tiveram momentos dramáticos, acabando por definir os títulos do Iberian Supercars e do Campeonato de Portugal de Velocidade no último momento.
O Autódromo do Estoril foi palco da primeira corrida de GT da derradeira etapa do Supercars Endurance, num confronto decisivo para as contas finais do Iberian Supercars e do Campeonato de Portugal de Velocidade, marcado por incidentes determinantes e por uma sucessão de mudanças estratégicas que redesenharam o cenário da luta pelos títulos logo na prova inaugural do fim-de-semana.
Da pole-position, Mathieu Martins, ao volante do Aston Martin Vantage AMR GT4 da Racar Motorsport, perdeu duas posições no arranque, conseguindo recuperar de imediato um lugar, mas sem conseguir ultrapassar César Machado, que assumiu a liderança aos comandos do Toyota GR Supra GT4 EVO2 da Speedy Motorsport.
Logo atrás, Francisco Abreu realizou um excelente arranque com o Toyota GR Supra GT4 EVO2 da Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal, colocando-se em posição de discutir a vitória. No entanto, já com Francisco Mora ao volante, uma tentativa de ultrapassagem a João Aguiar-Branco, no Porsche Cayman CS RS da Speedy Motorsport, terminou em contacto com o alemão e consequente abandono, afastando a dupla da luta pelos títulos ainda na primeira corrida.
Este cenário abriu caminho para o Porsche Cayman CS RS da Veloso Motorsport, conduzido por Patrick Cunha e Hendrik Still, tirar pleno partido da situação. Beneficiando de um andamento muito consistente e, sobretudo, de um ritmo fortíssimo imposto pelo piloto alemão no segundo turno, Cunha e Still ascenderam ao comando e não mais o largaram, conquistando uma vitória autoritária à geral e na GT4 Pro-Bronze.

César Machado assegurou o segundo lugar da geral, e o triunfo na GT4 Pro, enquanto José Carlos Pires, em mais um Toyota GR Supra GT4 EVO2 da Speedy Motorsport, concluiu na terceira posição. Mathieu Martins e Henrique Ventura Oliveira terminaram em quarto seguidos de Luís Tavares e João Aguiar Branco, em Porsche Cayman CS RS da Speedy Motorsport.
Já na GT4 Bronze, o destaque foi para Gonzalo de Andrés e Alvaro Lobera, ao volante do McLaren Artura GT4 da McLaren Barcelona – SMC Motorsport, que se impôs perante a concorrência directa, enquanto na GT4 Am o triunfo pertenceu a Rúben Vaquinhas e Pedro Bastos Rezende, em Aston Martin Vantage AMR GT4 preparado pela Gianfranco Motorsport, que selaram o ceptro da divisão no Iberian Supercars.

Corrida tensa e dramática define os títulos
A segunda corrida de GT do Supercars Endurance, disputada no Autódromo do Estoril, encerrou a temporada de forma intensa e estratégica, selando de forma definitiva os títulos do Iberian Supercars e do Campeonato de Portugal de Velocidade numa prova onde gestão, ritmo e leitura competitiva se revelaram determinantes.
Hendrik Still, ao volante do Porsche Cayman CS RS da Veloso Motorsport, arrancou decidido da pole-position e assumiu o comando inicial, seguido de perto por Francisco Mora, no Toyota GR Supra GT4 EVO2 da Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal. Ainda nas fases iniciais da corrida, enquanto o líder tentava impor um ritmo forte apesar do “handicap” de 10 segundos resultante da vitória matinal, Henrique Ventura Oliveira, no Aston Martin Vantage AMR GT4 da Racar Motorsport, e Adrián Ferrer, no Toyota GR Supra GT4 EVO2 da Speedy Motorsport, procuravam recuperar posições depois de terem largado apenas de 11.º e 13.º, respetivamente, com o objetivo claro de colcoar Mathieu Martins e César Machado na melhor posição possível para a decisão dos cetros.

O peso do ‘handicap’ acabou por ser decisivo para o Porsche de Still, que caiu na classificação aquando das paragens obrigatórias, abrindo caminho para que Francisco Mora e Francisco Abreu controlassem a corrida com autoridade. O duo da Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal colocou-se confortavelmente no comando e seguiu para uma vitória clara à geral.
Mathieu Martins, na companhia de Henrique Ventura de Oliveira, terminou no quinto posto tendo o luso-francês conquistado o título de GT do Iberian Supercars, enquanto César Machado, que terminou em sexto com Adrian Ferrer, ficou em sexto, somando os cetros de GT do Campeonato de Portugal de Velocidade e de GT4 Pro em ambos os campeonatos, confirmando uma excelente temporada.
A GT4 Pro-Bronze teve um dos finais mais dramáticos do fim-de-semana. Nuno Afonso e Alexandre Areia, no Toyota GR Supra GT4 EVO2 da Gianfranco Motorsport, protagonizaram uma recuperação decisiva e ultrapassaram o McLaren Artura GT4 de José Cautela e Lourenço Monteiro, da McLaren Barcelona – SMC Motorsport, literalmente na última curva da corrida. Esse momento garantiu-lhes o segundo lugar da geral e, sobretudo, o título da divisão, após uma corrida de enorme intensidade emocional. O quarto lugar de Bruno Pires e Mark Kastelic foi o suficiente para o piloto português vencer o troféu da divisão no CPV.

Na GT4 Bronze, na segunda posição da divisão, Álvaro Lobera e Gonzalo de Andrés, ao volante do McLaren Artura GT4 da McLaren Barcelona – SMC Motorsport, tiveram igualmente de trabalhar arduamente para se imporem numa divisão muito disputada no Iberian Supercars. Ricardo Costa e Andrius Prieto foram os vencedores da divisão nesta segunda corrida, com o piloto português a conquista a vitória na divisão no CPV.
Já na GT4 Am, Pedro Bastos Rezende, em Aston Martin Vantage AMR GT4 preparado pela Gianfranco Motorsport, voltou a confirmar o domínio exibido ao longo da temporada, encerrando o ano com mais um triunfo numa divisão onde a fiabilidade e a maturidade competitiva foram decisivas.
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