FÓRMULA E, TÓQUIO: FÉLIX DA COSTA QUER REDUZIR DESVANTAGEM PARA ROWLAND
Português da Porsche antecipa fim de semana da Fórmula E em Tóquio, no Japão, que tem duas corridas no programa. Félix da Costa é segundo no campeonato e o objetivo é reaproximar-se de Oliver Rowland, da Nissan, o comandante, com mais 43 pontos.
Por José Caetano, em Tóquio
Os dois ePrix marcados para este fim de semana em Tóquio, no Japão, significam o fim da primeira metade e o início da segunda na Época 11 da Fórmula E. No menu, corrida com 35 voltas no sábado, com paragem obrigatória para o recarregamento da bateria dos monolugares elétricos (Pit Boost), e corrida com somente 32 voltas no domingo. Em qualquer dos casos, garante-o António Félix da Costa, “gestão da energia importantíssima”.
Cumpridas as primeiras sete rondas de temporada que tem 16, o piloto português da Porsche é o segundo classificado do campeonato, a 43 pontos do inglês Oliver Rowland. A desvantagem preocupa-o apenas q.b., mas Tóquio apresenta-se como oportunidade de reaproximação ao britânico. “Estamos apenas a meio da época… Corrida a corrida, não existindo erros, posso recuperar-lhe estes pontos e reentrar na luta pelo título”, disse-nos António na conferência de Imprensa de antevisão do fim de semana.

Félix da Costa já estudou o circuito com 2,575 km e 18 curvas montado no espaço exterior do Tokyo Big Sight, centro de congressos e exposições da capital nipónica. A pista não é rigorosamente igual à do ano passado, na estreia de Tóquio no mapa da Fórmula E e, para sábado, antecipa-se dia chuvoso, o que representa, no plano teórico, mais problemas para equipas e pilotos. “A qualificação é importante, mas ninguém deve querer assumir o comando de imediato, precisamente para poupar energia… Existem tem zonas muitas estreitas e poucos pontos de ultrapassagem”, explicou.
A Fórmula E encontra-se em Tóquio depois de fim de semana no Mónaco, também com duas corridas. Félix da Costa desistiu na primeira, depois de incidente com o suíço Edoardo Mortara, da Mahindra, e foi quarto classificado na segunda, mas os 9XX Electric da Porsche apresentaram-se em menos boa forma do que o habitual. “Percebemos o que esteve menos bem e introduzimos as mudanças necessárias. E, assim, estamos outra vez competitivos”, garantiu.
António também recordou o incidente com Mortara e “culpou-se” pela desistência na primeira corrida no Mónaco. “Mantenho a opinião de que não provoquei aquela colisão, e prova-o que o Mortara até decidiu pedir-me desculpa depois da corrida, mas estou a lutar pelo título e não posso envolver-me nestes incidentes”, afirmou, reconhecendo que o abandonou acabou por condicioná-lo na segunda corrida do fim de semana no Principado. “Pensei atacar várias vezes, para tentar um lugar no pódio, mas adotei uma abordagem mais conservadora, por necessitar dos pontos para o campeonato”, concluiu.

O Autosport já não existe em versão papel, apenas na versão online.
E por essa razão, não é mais possível o Autosport continuar a disponibilizar todos os seus artigos gratuitamente.
Para que os leitores possam contribuir para a existência e evolução da qualidade do seu site preferido, criámos o Clube Autosport com inúmeras vantagens e descontos que permitirá a cada membro aceder a todos os artigos do site Autosport e ainda recuperar (varias vezes) o custo de ser membro.
Os membros do Clube Autosport receberão um cartão de membro com validade de 1 ano, que apresentarão junto das empresas parceiras como identificação.
Lista de Vantagens:
-Acesso a todos os conteúdos no site Autosport sem ter que ver a publicidade
-Desconto nos combustíveis Repsol
-Acesso a seguros especialmente desenvolvidos pela Vitorinos seguros a preços imbatíveis
-Descontos em oficinas, lojas e serviços auto
-Acesso exclusivo a eventos especialmente organizados para membros
Saiba mais AQUI






[email protected]
16 Maio, 2025 at 13:33
Desculpem lá. Uma série aonde não se pode andar a fundo a corrida toda e o mais rápido ganhar não tem piada, as corridas não são mas mas quem arrisca para ultrapassar uns ou outros chega ao fim a tem de abrandar para ter carga suficiente para acabar
JoaoLima
16 Maio, 2025 at 14:25
Então a F1 nos anos 80 não eram corridas?