No terceiro ano desta geração de carros, normalmente o que se espera é que o pelotão se aproxime cada vez mais, à medida que todos começam a compreender totalmente os regulamentos. É aí que será mais difícil para a Haas tentar entrar totalmente no meio do pelotão, com tanta competição pelas posições que dão pontos. O atraso que a equipa acumulou está cada vez mais difícil de recuperar.
A Red Bull, a Ferrari, a Mercedes, a McLaren e a Aston Martin já estão a mostrar-se fortes, o que significa que podemos esperar 10 carros a lutar pelos pontos. A Alpine e a RB parecem ter dado um passo em frente, por isso é fácil perceber a dura tarefa que a Haas, a Kick Sauber e a Williams enfrentam para lutar regularmente por pontos este ano.
Como se sabe, a Haas teve algumas mudanças importantes de pessoal durante o inverno, a mais visível das quais foi o afastamento de Guenther Steiner como Diretor de Equipa. Ayao Komatsu é o homem no comando agora, e ele já pediu cautela em termos de onde ele vê a Haas nas primeiras corridas.
A equipa norte-americana desenvolveu o carro de 2023 até muito tarde na temporada e, embora parte disso tenha sido já com vista ao ano de 2024, ainda assim dificultou a sua capacidade de mudar o foco para o carro deste ano. Komatsu espera que o seu carro fique na parte de trás da grelha, por enquanto – mas tem esperança de que subam na ordem à medida que a época avança. O problema da HAAS, é que, até pode evoluir o seu carro, mas se os restantes evoluírem o mesmo, ou mais, a equipa afunda-se ainda mais…
Foto: Philippe Nanchino / MPSA












