F1: Toto Wolff explica porque Lewis Hamilton assinou só por um ano
As coisas que à partida parecem estranhas podem afinal ter explicações bastante simples e quando as conhecemos as coisas têm outra lógica. Só na passada semana Lewis Hamilton rubricou novo contrato com a Mercedes, e só hoje isso foi conhecido publicamente. Falou-se que o acordo estava em risco porque o inglês queria uma percentagem dos direitos de TV da Mercedes. Mais recentemente, que teria uma cláusula de veto sobre o companheiro de equipa. Se pensarmos bem, é natural que tenham sido postas a circular coisas deste tipo que Toto Wolff já disse serem totalmente mentira. É que afinal, hoje em dia a ‘internet’ é facilmente enganada, e quem cá anda, como nós, temos também que ir atrás de uma coisa, que ao fim ao cabo pode ser verdadeira, não sabemos como nasceu o rumor, mas não o podemos descurar.
E quem os lança, sabe isso perfeitamente. Não é só assim com a renovação de contrato de Lewis Hamilton é assim desde que se tornou fácil para muitos atirar o barro à parede. Basta que “lá fique algum”, e alguém o pegue, para não demorar muito que a ‘internet’ o faça circular.
Agora sim, é o momento de explicar como as coisas são.
Toto Wolff disse que a decisão de ter sido rubricado um contrato de apenas um ano com Lewis Hamilton resultou do facto de ambas as partes precisarem de tempo para finalizar um acordo mais longo. Ambos apanharam os coronavírus, e tempo passou a época acabou, nenhum queria discutir coisas tão importantes por teleconferência e por isso só agora falaram: “Acordámos um acordo de um ano. Porque há uma alteração substancial do regulamento em 2022. Queremos ver como o mundo se desenvolve, e a empresa. Queremos perceber como poderá ser o impacto do coronavírus na F1, especialmente em relação aos orçamentos das equipas. Isso significava que era difícil fazer agora compromissos a longo prazo. No verão as coisas serão mais muito mais claras e darão tempo para uma discussão adequada.
Há incertezas no mundo que afetam a forma como o desporto pode funcionar, que têm influência nas receitas, no dinheiro da televisão, e nas receitas dos patrocínios. Daimler, Mercedes, está numa enorme transformação para a mobilidade elétrica e isso significa investimentos. Por isso, vivemos numa realidade financeira que é muito diferente do tínhamos há alguns. Com o Lewis nunca houve qualquer discrepância de opinião. Tratou-se apenas que sentirmos que podíamos fazer tudo com mais calma lá mais para a frente. E não só especificamente para 2022, mas também para além dessa data”, disse Wolff ao Autosport inglês.
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jose melo
8 Fevereiro, 2021 at 19:47
Está na hora do AS contratar o Rui Pinto. E pode ser que em vez de ir à procura, passe a ser o procurado.
Frenando_Afondo™
8 Fevereiro, 2021 at 20:52
Mais uns quantos rumores furados… Coitados dos haters, não têm descanso. hahahahaha
Speedway
8 Fevereiro, 2021 at 21:01
Além dos problemas que a F1 tem, e dos que lhe meteram para cima, se o dominio da Mercedes e do Hamilton não tiver um fim proximamente, é a própria existência desta competição que fica em ofensa definitiva. Os bem sentados da FIA Paris que tomem bem consciência do perigo disto. Tudo o que é demais…mata !
Fala quem sempre foi e é, um admirador do Lewis Hamilton…dentro do carro !
João Pereira
8 Fevereiro, 2021 at 21:49
Então o que vai fazer a FIA? Mandar pintar os Mercedes de Vermelho e proibir a Estrela? Comprar o contrato do Hamilton e oferecê-lo á Ferrari? Acho que o Jean Todt ia gostar desta última.
A FIA também pode autorizar a Ferrari a voltar a usar a marosca do combustível da época de 2019 (esta o pequeno Napoleão também ia gostar). Ou então obrigar o James Alison a voltar para Itália…
A época passada mostrou-nos muita competição apesar da hegemonia da Mercedes e de Hamilton. Todas as equipas mostraram evidentes melhorias em comparação com 2019 (até a Alpha Tauri ganhou uma corrida), e até ao longo da época que foi complicada em termos de tempo, com excepção da Williams e da Ferrari que ficaram simplesmente pregadas ao chão, a primeira por não ter aquilo com que se compram os melões, e a Ferrari, porque aquilo lá em casa deve ser uma rebaldaria, que até os levou ao ponto de se armaram em chicos espertos. Com respeito a essa rebaldaria em casa da Ferrari, com certeza que não serão os bem sentados da FIA que têm que pegar no balde e na vassoura e ir fazer a limpeza e arrumar tudo como deve ser (já chegou terem que lhes puxar as orelhas em 2019), até porque a Ferrari tem um dos maiores orçamentos e até o maior bónus histórico, por isso só têm “mazé” que trabalhar e bem.
Em 2022, vão haver novas regras, e espante-se que vão ser iguais para todos… novamente.
jo baue
9 Fevereiro, 2021 at 11:33
Deliciosas estas 2 passagens:
” A FIA também pode autorizar a Ferrari a voltar a usar a marosca (esta o pequeno Napoleão também ia gostar)”
mas mais abaixo:
” (já chegou terem (entenda-se: A FIA)que lhes puxar as orelhas em 2019)
Em que ficamos?!!!
Este texto-resposta bate o record de número de bacoradas que aqui já se escreveu, a intenção foi fazer uma caricatura , uma sátira, certo?
—E com este texto do JLA não ficam dúvidas da linha editorial e posicionamento do autosport.
Jó-nú
9 Fevereiro, 2021 at 11:39
Só uma nota, a Williams foi a equipa que mais evoluiu em termos de tempos por volta, e diminuição de deistância para os que lhe iam à frente, comparando com a equipa anterior. O problema é que estavam tão longe na anterior época que continuaram lá atrás, ainda assim só por manifesta falta de sorte e de algumas burrices é que não pontuou e podia perfeitamente na tabela ter ficado à frente da Haas e em cima dos Alfas. Efetivamente ficou lá atrás, mas evoluiu e muito. Se conseguir a mesma evolução este ano, fica a lutar no meio do pelotão. No sentido inverso, a Ferrari que foi a equipa que mais tempo perdeu de uma época para a outra.
McFamba
9 Fevereiro, 2021 at 10:49
Tanta escrita, tanta justificação para quê? Fiquei a perceber muito pouco mas deve ser de mim. Pensava que o Russell teria a sua oportunidade, afinal fez com o Mercedes F1 uma excelente corrida e ainda hoje fico com a pulga atrás da orelha com tantos problemas que o carro teve (ou o piloto) relacionado com os pneus e paragens mas como não gosto das teorias da conspiração, não isso não existe, por aqui me fico! Deve ser do piloto e não do carro.
Seven
9 Fevereiro, 2021 at 12:32
Declaração prévia de intenções: não presumo escrever melhor que ninguém, nem dar lições a quem quer que seja.
Apesar de continuar a ser um leitor assíduo do AS, já há bastante tempo que aqui não comentava.
Contudo, desta vez não resisti ao texto com tantos erros e omissões, que por vezes deixam ao leitor, a liberdade de rearranjarem as frases como bem lhe aprouver…
Que tal, ler o que se escreveu antes de publicar?
Além disso, na minha modesta opinião, mas também referido por outros foristas, o conteúdo é praticamente inócuo, com um valor jornalístico quase irrelevante.
Pena, porque já li artigos muito bem escritos pelo JLA. Este infelizmente, não é um deles!
ZeCambota
11 Fevereiro, 2021 at 4:49
Incrível é que órgãos de comunicação social emprenhem pelos ouvidos (internet) como quaisquer idiotas sedentos de um grão de sensacionalismo para “alegrar” as suas miseráveis existências. E o argumento que “temos que emprenhar” porque o espermatozoide pode ser real então é que é de bradar aos céus. É a confirmação que estamos totalmente entregues à bicharada. A questão já não é “em quem acreditar?” é mesmo já não podemos confiar em NINGUÉM.