Circuitos de Fórmula 1 precisam de ‘ajustes’…

Por a 4 Março 2017 15:51

As alterações feitas este ano nos regulamentos da F1 estão a fazer com que alguns dos circuitos do calendário da modalidade precisem de mudanças para os tornar mais seguros. Por exemplo, Barcelona, na época passada era feito com os pilotos em 50 por cento do tempo com o acelerador em baixo e agora passaram a fazê-lo de prego a fundo em 70% do tempo. Os adeptos da F1 que forem a Monza passarão a ver os Fórmula 1 a fundo em 80% do tempo, e há mais circuitos que vão precisar de obras. Melbourne já as está a fazer, com a ‘agravante’ que se tratam de muros numa grande extensão da pista. O traçado que vai receber a prova de abertura do Mundial de F1 tem zonas em que os carros vão ter que travar 20 a 30m mais cedo e a andar entre 20 a 50 km/h mais rápido em algumas curvas. Muros de pneus serão colocados nas curvas 1, 6 e 14, e 80 metros de barreiras serão colocadas nas curvas 11 e 12. A FIA e os ‘donos’ dos circuitos estão a fazer simulações com os novos dados para perceber o que pode acontecer, antecipando potenciais zonas mais perigosas.

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19 comentários

  1. Iceman07

    4 Março, 2017 at 17:54

    Precisam de ajustes, precisam. Por exemplo aquela chicane na parte final de Barcelona devia desaparecer, ou ser substituida por uma chicane mais rápida ao estilo Imola.

  2. asfalto

    4 Março, 2017 at 19:39

    Então, e no Mónaco como vão fazer.

    • [email protected]

      4 Março, 2017 at 21:05

      É um palco sagrado, é como nos rallys se houver problemas ignora-se

    • João Pereira

      5 Março, 2017 at 14:15

      O Mónaco devido à falta de zonas de alta velocidade para darem grandes zonas de travagem, e de curvas rápidas, é onde a diferença sobre os carros de 2016 vai ser menor. Aliás a maior diferença, é que vai ser ainda mais difícil ultrapassar por causa da largura dos carros, talvez hajam também mais toques nas barreiras e consequentes quebras de suspensão, mas reitero que não acredito que hajam grandes diferenças na velocidade e nas distâncias de travagem.

      • asfalto

        5 Março, 2017 at 15:31

        No Mônaco o grau de perigosidade é elevado em qualquer parte da pista atendendo a velocidade naquelas ruas, em especial a saída do túnel. Mas só se um dia acontecer algo grave é que se vão lembrar do Mônaco.

        • João Pereira

          6 Março, 2017 at 2:48

          Caro asfalto, já aconteceram muitas coisas grave no Mónaco. O último foi o Karl Wendlinger. Antes disso, acho que Bandini e Jo Schlesser ficaram por lá, e até o Ascari, acho que deu um mergulho no porto antes de perder a vida duas semanas depois.
          Lembra-se de quando o Derek Daly ultrapassou todos na partida de 1979, antes de Sainte Dévote, só porque ia a voar com o Tyrrell 009?
          Os GP de F1 não são um circo romano, nem os pilotos são gladiadores, mas pode estar certo que é a corrida mais segura, è tão lento, que se chover o mais certo é a corrida terminar antes das 2 horas, e mesmo que tudo corra bem, é uma pista (ou arruamento) onde se pôde ver o ano passado, que Rosberg era um medricas e que Hamilton e Ricciardo se fossem escoceses eram daqueles que não podem usar o kilt porque se viam os t*mates.
          Hà 5 corridas de circuito que eu gostava de ver: GP Mónaco, GP Itália em Monza, GP Bélgica em Spa, 24 h de Le Mans e indy 500. Não me queira tira esse sonho da minha “Bucket List”.
          São desportos motorizados, e pode sempre acontecer alguma coisa grave. O grau de perigosidade nos desportos motorizados, seja F1, Camiões, Ralis, Motociclismo ou Motonautica é sempre elevado, mas até no futebol já morreram muitos (Feher por exemplo), ou ficaram incapacitados (Tostão).
          Há desportos mais seguros: Golf, Bilhar ou em ultimo caso o Xadrês.
          Vá lá perguntar a qualquer piloto se quer boicotar o GP do Mónaco por questões de segurança. Aposto que nenhum, e depois aparece o asfalto a dizer que eles são doidos por quererem correr ali.
          Alguém vai ter que mudar de desporto, das duas uma; ou os pilotos de F1, ou então tem que ser o asfalto.
          Cumprimentos.

          • asfalto

            6 Março, 2017 at 12:24

            Meu caro, não me percebeu. O que está em causa é apenas duvidas quanto aos ajustes possíveis no Mônaco. Só isso. Em 1989 fui ver a F1 com bilhete que ganhei num concurso na rádio comercial, e naquele tempo não havia internet para procurar respostas, e tinha que se responder rápido. Por isso como deve imaginar sei bem do que fala.

          • João Pereira

            6 Março, 2017 at 13:33

            Mesmo assim, têm sido feitos muitos ajustes principalmente na zona do porto. Por exemplo na chicane foi criada uma escapatória por cima de água, e há pouco tempo a zona piscina também foi reconfigurada e tornada um pouco mais rápida e larga e Sainte Dévote também viu algumas modificações inclusivé a criação de uma ligeira escapatória que tem dado muito jeito, que o diga o Jolyon Palmer.
            Mantenho que não me parece que vá haver grande diferença de médias no Mónaco ao ponto de piorar a segurança, e o maior problema serão as ultrapassagens com estes carros mais largos, mas que vistas as coisas, são da mesma largura dos carros dos anos 70, que tinham aqueles pneus traseiros de 500mm.
            Já agora, os meus parabéns, por já ter realizado um sonho que ainda não risquei na minha Bucket List, nem devo riscar tão depressa. Sortudo Eheh.
            Cumps.

          • shumipt

            6 Março, 2017 at 16:20

            Estes carros não são mais largos que os de 1997… e essa foi uma das melhores colheitas de Mónaco F1, ainda por cima a chover….

          • João Pereira

            6 Março, 2017 at 19:07

            Pois mas agora parece que temos que “tirar o cavalinho da chuva”, pelo menos é o que tem acontecido quando chove, ainda hei-de ver uns rapazes a taparem a pista com encerados, como fazem no ténis.

          • shumipt

            6 Março, 2017 at 15:07

            Quer dizer que o meu amigo brasileiro já vive em Portugal há pelo menos 28 anos…

          • shumipt

            6 Março, 2017 at 22:28

            … essa do Mônaco… será que é assim que eles escrevem Mónaco lá no FAR-WEST do Espírito Santo? Já agora, por que é que há tanto padre no Brasil? Vocês são surdos? Não ouvem o que os padres dizem?

  3. shumipt

    5 Março, 2017 at 12:16

    Porque não se inverte o sentido em que os carros circulam nas pistas actuais? É uma forma barata de aproveitar as infraestruturas existentes – só há que pavimentar novas escapatórias e remodelar as entradas/saídas das boxes. Já imaginaram como seria Eau Rouge a descer? E Sainte Devote a subir?

    • João Pereira

      6 Março, 2017 at 2:57

      Eau rouge fica sempre entre uma descida e uma subida, num sentido ou noutro, porque fica mesmo no fundo, Quanto ao Radillon que esse sim, é a subir… ok ponha o pessoal a descer a reta kemel com o radillon a descer, eles estampam-se em Eau Rouge, e tem 20 pilotos mortos ou estropiados logo na primeira volta.
      Quanto a Ste Dévote, não sei o que quer dizer, porque a curva é em plano com a saída a subir, se inverter o sentido, fica a entrada a descer e a curva em plano para entrar na reta (curva) da meta.
      Pois Schumi…

      • shumipt

        6 Março, 2017 at 7:59

        Que idade é que você tem? Há quantos meses vê Fórmula 1?

        • João Pereira

          6 Março, 2017 at 13:21

          Ui! Hã mais de 500 meses. Era a preto e branco e ainda foi durante várias dezenas de meses. Ao vivo, a primeira vez foi em Jarama em 76. Porquê?

          • shumipt

            6 Março, 2017 at 14:25

            Porque a a sua resposta indicia ignorância na matéria. Em Spa começa-se a subir no Eau Rouge, logo – por inversão – do outro desce-se (a inclinação existente entre La Source e Eau Rouge não é comparável com a inversa). Quanto a Sainte Dévote, o mesmo se poderá dizer, no entanto concordo com a tese de que a curva passaria a ser feita para a esquerda em vez de para a direita. Quanto à questão dos acidentes no Eau Rouge no caso de se inverter o sentido de marcha dos carros, não vou comentar.

  4. João Pereira

    5 Março, 2017 at 14:07

    Alô AS, Aqui Terra! Vão travar mais cedo, ou mais tarde???

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