F1: Ninguém se entendeu na conferência de imprensa do GP do Brasil
Charlie Whiting fez uma aparição pouco usual numa conferência de imprensa de um Grande Prémio, juntando-se a Lewis Hamilton, Max Verstappen e Sebastian Vettel, onde debateram os incidentes do GP do México, saindo de lá exatamente da mesma maneira em que entraram, ou seja, sem concordar em absolutamente nada. Tudo começou com os ‘atalhanços’ da primeira curva, que tiveram como protagonistas Lewis Hamilton e Max Verstappen, com Whiting a alegar que: “Lewis não teve vantagem, mas Max teve. Hamilton tirou o pé a 80% depois de cortar a curva e se Max tivesse feito o mesmo, não teria sido penalizado” disse Whiting. Logicamente, os pilotos discordam entre si, e só Hamilton concordou com Whiting.
Depois, na questão da mudança de trajetória em travagem, foi a vez de Sebastian Vettel não concordar com Charlie Whiting: “Na Hungria tivemos dois incidentes com Räikkönen e Verstappen e na Alemanha chegámos a um consenso de que era perigoso os pilotos mudarem a trajetória em travagem”, começou por dizer Whiting, que foi rebatido por Vettel: “Não estou de acordo. Deixei espaço para o Daniel na travagem. Eu não tinha aderência e bloqueei os pneus e entendo que não foi uma manobra perigosa”, retorquiu Vettel. No final, acabou por ser das conferências de imprensa mais interessantes, mas não houve quaisquer consensos.
O Autosport já não existe em versão papel, apenas na versão online.
E por essa razão, não é mais possível o Autosport continuar a disponibilizar todos os seus artigos gratuitamente.
Para que os leitores possam contribuir para a existência e evolução da qualidade do seu site preferido, criámos o Clube Autosport com inúmeras vantagens e descontos que permitirá a cada membro aceder a todos os artigos do site Autosport e ainda recuperar (varias vezes) o custo de ser membro.
Os membros do Clube Autosport receberão um cartão de membro com validade de 1 ano, que apresentarão junto das empresas parceiras como identificação.
Lista de Vantagens:
-Acesso a todos os conteúdos no site Autosport sem ter que ver a publicidade
-Desconto nos combustíveis Repsol
-Acesso a seguros especialmente desenvolvidos pela Vitorinos seguros a preços imbatíveis
-Descontos em oficinas, lojas e serviços auto
-Acesso exclusivo a eventos especialmente organizados para membros
Saiba mais AQUI





João Pereira
10 Novembro, 2016 at 16:45
Dijon 1979 forever!
Renato Antunes
10 Novembro, 2016 at 18:17
Será que aquela malta sabe o que é isso……duvido!!!!!!!!!!!!!!!!!
João Pereira
10 Novembro, 2016 at 20:16
Nem aquela malta, nem muita malta que por aqui anda! Não tenha dúvidas!!!!!!!!!!!!!
Iceman07
10 Novembro, 2016 at 17:18
O juiz bateu com o martelo na mesa? Isto parece um tribunal…
Renato Antunes
10 Novembro, 2016 at 18:16
LIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIINHA…..
-“Temos linha a 38º bola”
siga para BINGO!…..
Frenando_Afondo™
10 Novembro, 2016 at 18:39
A culpa é da Hillary.
Rukyman
11 Novembro, 2016 at 10:39
Sim!
Definitivamente Dijon 1979, não só pelo espectáculo proporcionado mas também pela comprovação do que era lealdade e fair play numa disputa naquela época.
E definitivamente Dijon 1979 pelo que era a Formula 1 até 1982/1983.
A partir daí foi sempre a descer até aos dias de hoje.
A Formula 1 de hoje é uma treta e a aparição de Charlie Whiting nesta conferência de imprensa é a prova disso mesmo.
Mas desde quando é que um dirigente desportivo se dá ao ridículo de discutir decisões (acertadas ou não) com os intervenientes numa conferência de imprensa?
Desde quando é que um piloto insulta em directo na televisão um dirigente desportivo e… nada lhe acontece?
Rukyman
11 Novembro, 2016 at 10:39
Formula 1 de hoje é uma treta
A41202813GMAIL
12 Novembro, 2016 at 4:34
SALUT, GILLES !