LEMBRA-SE DE: NIMROD-ASTON MARTIN (1982-1984)


A Lola e a Aston Martin regressaram há 12 anos à categoria de protótipos fechados, com um projecto que impressionou logo desde cedo, mas da última vez que as duas marcas tinham feito um regresso deste tipo, em 1981, não deixaram uma impressão tão boa no Campeonato do Mundo de Sport.

Talvez porque nem a Lola nem a Aston Martin tinham alguma coisa a ver com o projecto de Grupo C. A Nimrod Racing Automobiles foi uma das primeiras equipas a interessar-se por esta regulamentação, e em 1981 Robin Hamilton contratou a Lola para desenhar um chassis (código interno T385), nomeado NRA/C2, que seria equipado com um motor Aston Martin modificado pela consagrada Tickford.

Infelizmente para Hamilton, o Nimrod falhou em impressionar em ambos os lados do Atlântico, não conquistando um único pódio à geral, tanto no Mundial de Sport como no Campeonato IMSA. Em 1982, a equipa foi terceira no Mundial, mas apenas devido à sua regularidade e falta de entradas competitivas no Grupo C.
Em 1983, a Nimrod fechou portas a meio da temporada e seriam os privados Richard Dawney (Viscount Downe) e Steve O‘Rourke (EMKA Racing) a tentar dar a volta à situação, mas sem sucesso, apesar de Dawney contar com a ajuda de um jovem e talentoso engenheiro, de seu nome Ray Mallock.
Os dois carros da Viscount Downe foram completamente destruídos num acidente em Le Mans em 1984, e o único carro sobrevivente continuou a ser usado na América até ao final do ano.