24 Horas de Le Mans, Hugues de Chaunac: LMP1 híbridos “demasiado complicados”

Por a 19 Junho 2017 08:58

Na ‘ressaca’ de mais uma derrota da Toyota nas 24 Horas de Le Mans, o responsável da Oreca considerou que os LMP1 híbridos são “demasiado complicados”. Apenas dois dos protótipos da categoria principal concluíram a 85ª edição da prova, com a marca japonesa a ver todos os seus três carros afetados por problemas. Um contraste com os LMP2 construídos por Hugues de Chaunac que quase venciam Le Mans, com dois dos Oreca 07 Gibson a conseguirem terminar no pódio absoluto da prova.

Foi a prova com pior recorde de fiabilidade dos LMP1 híbridos em Le Mans desde que começaram a correr em 2014, com a Porsche e a Toyota a enfrentarem falhas nos seus motores híbridos e dois dos carros da marca japonesa a serem obrigados a meio da corrida. De Chaunac, consultor da equipa, admitiu que a tecnologia não foi feita para uma prova tão intensa de 24 horas. “Penso que provavelmente a este nível se trata de carros demasiado complicados. É importante reduzirmos um pouco toda esta tecnologia e mudá-la para algo menos complicado”, considerou o francês

Visualizou 1 de 4 artigos abertos

O AutoSport limitou a 4, o número de artigos
que poderá ler sem fazer login
Para continuar a ler livremente
os artigos AutoSport,
por favor faça login aqui
Caso não esteja ainda registado,
faça agora aqui o seu
registo gratuito
  • Não é possível alterar o nome de utilizador.

    Deixe um comentário

    11 Comentários em "24 Horas de Le Mans, Hugues de Chaunac: LMP1 híbridos “demasiado complicados”"

      Subscribe  
    Notify of
    mario
    Membro

    Ainda alguém com juízo pensa em comprar um automóvel híbrido da Toyota ou da Honda? Só se for louco.

    iceman7
    Membro

    Nem Toyota, nem Honda, nem BMW nem marca nenhuma! Preferia um VW Carocha dos mais antigos que carros de ligar à ficha!

    Miguelgaspar
    Membro

    Ainda alguem com juizo pensa em comprar um carro baseado nos resultados desportivos de uma marca?

    iceman7
    Membro

    Se fosse assim a Honda ia a falência, vendo o que passa na F1.

    RogerM
    Membro

    Lol…mas que comparação…aliás o Toyota Prius é considerado dos automóveis mais fiáveis do Mundo. Não te esqueças que a Porsche também teve problemas mecânicos com os dois carros. Continuo a achar que os LMP1 e os F1, em termos de regulamento, deviam apostar na simplificação da mecânica e dos custos associados. Vejam que os LMP2, tiveram muitas equipas participantes, e tiveram uma corrida renhida.

    mario
    Membro

    A lmp2 só tem um defeito, o regulamento de pilotos, deviam ser livres de correr com 3 platina. Os amadores corriam se quisessem, mas sem classificação própria, o mesmo nos gt. Ninguém impede um amador de correr uma maratona, só não é provável que venha a ganhar, ou que haja uma classificação especial só para amadores, pois, como se controla quem é amador, ou falso amador.

    V8_scars
    Membro

    A tecnologia utilizada nos carros do dia a dia não tem comparação com a solução desportiva mais proxima da que utiliza a Porsche no seu 918 ou a Ferrari no seu LaFerrari. Mas compreendo o ponto de vista.

    RogerM
    Membro

    Continuo a achar que o caminho dos LMP1, devia ser o mesmo dos LMP2, ou seja, a simplificação da mecânica e dos custos associados. A grelha certamente estaria mais compostas com várias equipas e até se possível, alguns “garagistas”. E em termos de fiabilidade, haveriam menos abandonos por falhas mecânicas e mais disputas até ao final. A F1 que também meta os olhos nos LMP2 de este ano.

    ze-do-pipo
    Membro

    Não creio que os LMP1 sejam “demasiado complicados” mas sim “muito complexos”. O principal problema creio ser o ACO que quer impor/ditar a rapidez do desenvolvimento da tecnologia híbrida ao impor novas metas quase todos os anos… assim força-se o desenvolvimento à custa de imenso dinheiro, mas também de falta de fiabilidade, pois aqui anda-se sempre no limite da mecânica. Mais vale estabelecer-se limites/metas exequíveis e deixar consolidar-se toda uma tecnologia antes de estabelecer-se nova meta, e o ACO não tem seguido essa política.

    MAXLD
    Membro
    O que é interessante é pensar no que se estaria a dizer caso a Audi tivesse continuado a competir e quiçá arrecadado com tranquilidade esta edição de Le Mans com mais uma proposta talvez conservadora e em jeito de tartaruga em vez de lebre. Fazendo lembrar um pouco os tempos da Peugeot, com a Toyota e Porsche a assumirem esse papel, mas sem haver Audi para colher os frutos… de uma corrida de endurance de 24h e não um sprint de 8, 6 ou 2 horas. As tecnologias de estrada e de competição são, e serão, complexas (cada vez mais),… Ler mais »
    RogerM
    Membro

    A Toyota e a Porsche estavam a competir a um ritmo quase alucinante, não admirando que a mecânica padecesse depois. Continuo a achar que a Toyota com o terceiro carro, deveriam ter apostado num ritmo muito mais lento, quase a ritmo de um LMP2, com muita cautela nas dobragens, pois penso que tinham segurado a vitória confortavelmente.

    últimas VELOCIDADE
    últimas Autosport
    AutoSport https://www.autosport.pt/wp-content/themes/maxmag/images/motosport.png