Baja TT Rota do Douro: As estreias no T1

Por a 20 Março 2016 15:24

Filipe Carvalho e Alexandre Mota foram os pilotos que deram o ‘salto’ para a categoria rainha do todo-o-terreno nacional, o agrupamento T1. O primeiro, atual vice-campeão de T2, apostou num Bowler Wildcat 200 e o segundo, campeão nacional de T8, num Nissan Proto.

Ambos partiram para a ronda de abertura do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno, a Baja TT Rota do Douro, com o objetivo de acumular quilómetros e aprender. No final, chegaram ao fim, com Filipe Carvalho a ser quinto e Alexandre Mota oitavo.

Alexandre Mota

Para Filipe Carvalho esta foi “uma estreia de aprendizagem. Fizemos um SS1 com muita cautela para percebermos o carro e nos adaptarmos. No SS2 tivemos uma primeira metade muito boa, já muito adaptados. Ainda parámos para ajudar dois colegas, o Nuno Matos e o Luís Ferreira. Perdemos algum tempo com isso, mas conseguimos o nosso objetivo que era chegar ao fim, experimentar e evoluir o carro e até já temos em mente um novo set-up. Acho que é um carro ideal para este ano, muito diferente da Nissan Navara e que nos obriga a ter uma reação muito mais rápida. O quinto lugar foi excelente.”

Alexandre Mota alinhou pelo mesmo diapasão. “Foi uma prova de estreia muito difícil. Fomos obrigados a rodar sempre muito devagar, pois o carro escorregava de um lado para o outro na estrada, mesmo a velocidade muito reduzida, o que, desde os primeiros quilómetros nos retirou toda a confiança, mantendo-nos em concentração máxima, para evitar qualquer acidente, que esteve para acontecer por diversas vezes. A juntar a este grande problema, o vidro da frente estava constantemente embaciado, apesar de ter levado o tratamento adequado antes da partida. Por vezes tinha que deixar de conduzir, ou o Aníbal de ditar notas, para limparmos o vidro por dentro, o que ainda nos atrasou mais. Foi um grande esforço, mas conseguimos chegar ao fim e com 300 km percorridos posso afirmar que começo a conhecer alguns limites do carro, já que por diversas vezes a sua eficácia foi testada e avaliada, durante um percurso extremamente escorregadio e traiçoeiro. Conseguimos chegar em oitavo e acho que foram os nossos primeiros pontos, bem merecidos, depois de tanto esforço”, finalizou.

 

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Filipe Carvalho foi penalizado por excesso de velocidade numa zona de radar e passou a oitavo lugar, com Alexandre Mota a subir ao sétimo posto

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