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A história das 24 Horas TT Vila de Fronteira, a festa do TT | AutoSport
 

A história das 24 Horas TT Vila de Fronteira, a festa do TT


Em 1998 o Clube Aventura, pela mão de José Megre, colocou de pé uma prova que se veio a tornar um marco no todo-o-terreno nacional com um clima de festa sem igual. Dos cerca de 30 a 40 iniciais, hoje são muitos mais os carros que anualmente formam a grelha destas 24 Horas que com Le Mans apenas se assemelham na duração. Tudo o resto… são histórias. Com a prova cada vez mais perto do quarto de século, o AutoSport foi ao coração do arquivo fazer renascer um passado que só as memórias fazem voltar atrás.

1998 – ‘Motards’ vencem na estreia
A ideia de se realizar uma corrida de resistência de TT em circuito começou com as 24 Horas de Soure e o Clube Aventura ‘agarrou-a’ convencendo os autarcas de Fronteira a construir um primeiro ‘terródromo’ a sério, acautelando desde logo alternativas a um percurso com várias passagens por ribeiras, que por certo aumentariam de volume com as chuvas de Novembro.
Tudo correu pelo melhor… para todos, menos para os homens do TT, que foram batidos sem apelo nem agravo por um trio de ‘motards’ constituído por Miguel Farrajota, Bianchi Prata e Bernardo Vilar, aos comandos de um Nissan Terrano II.

1999 – De novo os ‘Moto-Ratos’
Pelo segundo ano consecutivo a vitória sorriu a uma equipa de ‘motards’ – ‘moto-ratos’ como carinhosamente ficaram conhecidos por todos – sem Bernardo Vilar mas com Hélder Rodrigues e Ruben Faria ao volante de um Nissan Terrano II da equipa Vitamina R Telecel.
A corrida teve um domínio inicial do Toyota Land Cruiser de José Rodrigues, João Ramos, Jorge Serra e João Barbosa, mas terminou envolta em polémica por causa da desclassificação do Toyota oficial, por João Ramos cruzar a linha de meta sem capacete, tendo-o retirado quando o Land Cruiser teve problemas.

2000 – Toyota bate Nissan
Após duas vitórias consecutivas da Nissan, foi para a Toyota – através de uma equipa privada – o triunfo nesta edição. Filipe Campos, João Serrenho, Carlos Rolla e Jorge Serra optaram por evitar ao máximo as paragens e os excessos e foram os mais felizes no final. A prova foi marcada pelo violento capotanço da Nissan PickUp Navara oficial, que Luís Dias e Lígia Albuquerque dividiam com Rui Sousa.

2001 – Privados foram mais resistentes
O triunfo acabou nas mãos da equipa de Hélder Oliveira, em Nissan Terrano II Turbo Diesel, que teve na regularidade o seu maior trunfo, apesar ‘das fichas’ apontarem para a Nissan, que tinha a única equipa oficial em prova, com Rui Sousa, Luís Dias e Lígia Albuquerque.
De facto a Navara foi ultrapassando todos os seus adversários, deixando para trás equipas importantes como as da Toyota – liderada por Filipe Campos – ou o Terrano II com nomes como António Baiona e Paulo Marques ao volante. Mas a cerca de uma hora do final o motor da Navara ‘entregou a alma ao criador’ e só terminou rebocada.

2002 – Toyota vence pela fiabilidade
A equipa liderada por Jorge Serra voltou às vitórias, ascendendo ao comando na 17ª hora da prova, para não mais o largar até final. Apostada em vencer, a super equipa Mitsubishi – Carlos Sousa, João Vassalo, Miguel Barbosa e Massimo Biasion – viu os esforços cairem por terra quando o italiano bateu de frente contra um carro da organização, que prestava apoio a uma viatura acidentada. Desceram muitos lugares, mas acabariam por abandonar, fruto dos problemas que o acidente originou. A formação oficial da Nissan composta por Luís Dias, Rui Sousa e os irmãos Pedro e Manuel Mello Breyner teve também bastantes problemas culminando com o eixo traseiro a obrigar a uma longa paragem nas boxes.

2003 – Vitória da equipa oficial Nissan
A equipa oficial da Nissan conseguiu finalmente vencer em Fronteira com a Nissan Pick Up oficial e através de uma equipa de luxo e num ano em que a Mitsubishi regressou à prova com uma equipa oficial constituída por Carlos Sousa, Miguel Barbosa, Stephane Peterhansel e Massimo Biasion.
Mas era o ano da Nissan e Rui Sousa, Luís Dias e os irmãos Pedro e Manuel Mello Breyner bateram a Strakar oficial, que registou um atraso decisivo quando o motor não aguentou o ritmo imposto fazendo com que ficasse parada na pista para depois ser rebocada para as boxes, com as consequentes penalizações.

2004 – Justa vitória luso-francesa
Pela primeira vez os franceses inscreveram o seu nome entre os vencedores da prova – ainda que integrados numa equipa liderada por Mário Andrade – utilizando um Renault Clio Monce. Os futuros vencedores começaram na frente mas viram o Fouquet Buggy da equipa de Poletti ‘tomar’ o lugar, assim como a Nissan de Rui Sousa. Mas o Nissan registou uma quebra num triângulo da suspensão e o buggy, durante a noite, teve de mudar a caixa de velocidades, ‘factos’ que entregaram a liderança definiva à equipa do Renault Clio Monce.

2005 – Portugueses fora do pódio
Domínio absoluto francês já que pela primeira vez não houve equipas nacionais no pódio. A vitória sorriu à quadra Robert Poletti, Laurent Poletti, Georges Lansac e Reynard Prive, no meio de uma verdadeira multidão que não arredou pé do Terródromo de Fronteira desde o início até ao final da prova. O Clio V6 de Mário Andrade, Gérard Monce, Stephane Barbry e Alexandre Andrade ainda passou pelo comando mas acabou poro por perder para o Fouquet após 17 horas de grande luta na frente.

2006 – Os ‘outros’ franceses
A vitória ficou nas mãos da formação de Yves Morize, Philippe Letang, Pascal Thomasse e Y. Tartarin numa prova marcada pela chuva intensa que a todos complicou a vida. A equipa francesa conseguiu manter um ritmo muito consistente, levando o seu Buggy Fouquet BMW ao triunfo com uma vantagem de quatro voltas sobre os segundos classificados, Mário Andrade, Gerard Monce, Stephane Barbry e Alexandre Andrade, em Renault Clio V6, que dominaram as primeiras 17 horas, mas que foram traídos por problemas de caixa de velocidades do Renault Clio V6.

2007 – Jogos sem Fronteira
A equipa de Mário Andrade venceu, demonstrando uma consistência de andamento durante a noite que foi decisiva para o triunfo do espectacular ClioV6 projectado por Gérard Moncé. Já dentro dos últimos 40 minutos um furo na roda traseira esquerda fez pairar nova derrota na parte final da prova, tal como tinha acontecido em 2006, mas Alexandre Andrade controlou o andamento até à boxe onde o problema foi facilmente resolvido.

2008 – Charbonier viu a luz
A 11ª edição das 24 Horas TT – Vila de Fronteira foi uma das mais duras de sempre, com os principais favoritos a ficarem pelo caminho e a equipa de Thierry Charbonier, Nicolas Gibon e Yves Fromont a chegar ao triunfo com Bowler adquirido três dias antes ao português Lino Carapeta. A liderança do Bowler só teve carácter definitivo após o despiste do Fouquet da equipa de Adélio Machado, que sofreu um despiste aparatoso em plena recta da meta, a menos de duas horas do final.

2009 – O tri de Andrade
A vitória ficou nas mãos da equipa de Mário Andrade e do seu Clio V6. O piloto colocou o carro na dianteira logo na primeira curva, ampliando a vantagem volta após volta. Ainda perdeu a liderança na 3ª hora para a equipa de Carlos Sousa e João Ramos, fruto de problemas mecânicos, mas recuperou-a na hora seguinte, mantendo-a até final. Pelo meio, ainda um susto. A pouco mais de uma hora do fim, um curto-circuito nos faróis, aquando do reabastecimento, fez com que o Clio pegasse fogo e só uma rápida intervenção fez com que perdesse ‘apenas’ parte da vantagem! Aqui Destaque também para o terceiro lugar da equipa de João Pais, em Mazda BT-50.

2010 – 24 Horas de absoluto domínio
Após seis anos de ‘invasões’, em 2010 um equipa totalmente lusa voltou a vencer em Fronteira. A Vodafone Team – Pedro Lamy, José Pedro Fontes, António Coimbra e Luís Silva – não teve adversários à altura e esteve 24 horas no comando, já que saltou para o primeiro lugar logo na primeira curva, onde se manteve graças à grande rapidez e regularidade do quarteto. A equipa assinou a vitória aos comandos de um BMC-BMW Diesel estreado na maratona alentejana.

2011 – Resistência sem Fronteiras
A equipa de Mário Andrade chegou ao quarto triunfo, com o Clio V6. Contando com Carlos Sousa novamente na equipa, o piloto foi preponderante, recuperando grande parte do atraso acumulado no primeiro terço da prova, devido a um triângulo de suspensão partido e a uma avaria na bomba de gasolina. A equipa assumiu o comando à passagem da 10ª hora e manteve-o até final, não se voltando a deparar com problemas mecânicos.

2012 – Triunfo em dia de anos
Os franceses voltaram a dar cartas na 15ª edição das 24 Horas TT Vila de Fronteira, ao colocarem oito equipas no top 10. Mas apesar da vitória foi também nacional, com Paulo Marques a obter o seu primeiro triunfo, em dia de aniversário, inserido na equipa de Bernard Boullet e tendo em mãos o Sadev Buggy. A prova contou com sol, alguma lama e muito frio, mas faltou um pouco do condimento da luta acirrada pela vitória. Na segunda posição terminou o novo Proto AC Nissan de Mário Andrade e Carlos Sousa, carro que deu muitos problemas.

2013 – A Equipa maravilha
A BP Ultimate Vodafone Team, composta por José Pedro Fontes, António Coimbra, Miguel Barbosa, Luís Silva e Nicolas Clerget chegou ao ‘bis’. Ao fim de uma hora a BP Ultimate Vodafone e a equipa de Mário Andrade rodavam separados por pouco mais de um minuto, margem que à quarta hora já estava em uma volta. Mas a corrida ficou decidida quando à 15ª hora o Proto AC Nissan se viu a braços com problemas de direção assistida do seu carro. Dada a luta renhida pelo primeiro lugar, a equipa optou por adiar o arranjo e Phillipe Letang não evitou uma árvore, danificando irremediavelmente o Nissan. Era o abandono e o término duma luta que se afigurava muito interessante pela vitória na corrida.

2014 – Triunfo ‘Déjà Vu’
Desde 2008 que uma equipa totalmente estrangeira não vencia as 24 Horas de Fronteira. Pois bem, em 2014 houve um regresso ao passado com a vitória de Thierry Charbonnier, Jean Brochard, Stéphane Santucci e Michael Caze. A equipa do Caze Nissan Buggy liderou quase toda a segunda metade da corrida, mas nas primeiras 12 horas foi o JMS BMC-EV2 da Sports & You a dominar por completo, até a caixa de velocidades ceder, fazendo Thierry Charbonnier assumir o comando da 13ª Hora até ao cair do pano.

2015 – A rapidez da consistência
A prova alentejana atingiu a maioridade numa 18ª edição em que a vitória falou francês, com o Sadev Oryx da equipa de Francis Lauilhe a vencer. O carro de duas rodas motrizes teve na fiabilidade e ausência de problemas o seu grande trunfo. O momento decisivo deu-se à 15ª hora, quando o então líder, o AC Nissan Proto da equipa de Alexandre Andrade, capotou na sequência de um toque com outro concorrente, perdendo a liderança.

2016 – A Quinta dos Andrade
Mário Andrade voltou a levar a sua estrutura ao triunfo nas 24 Horas TT Vila de Fronteira. Tantas são as vezes que os luso-franceses já ali venceram, que Fronteira já era quase a sua ‘quinta’.
Alexandre Andrade, Cédric Duple e Yann e Thomas Morize, em AC Nissan Proto venceram as AFN 24 Horas TT Vila de Fronteira. A equipa liderada por Mário Andrade, que mais uma vez trocou o lugar de piloto pelo de Team Manager da estrutura luso-francesa, alcançou o quinto triunfo em 19 edições da grande maratona realizada na cercanias da vila alentejana.
O primeiro líder foi o MMP Evo de Ricardo Porém, Alejandro Martins, Pedro Grancha e Paulo Rui Ferreira, mas o quarteto luso foi forçado a parar para resolver um problema elétrico no protótipo ao fim de uma hora de corrida, e afundou-se na classificação. A partir daí, a luta pela vitória ficou reservada às estruturas gaulesas e ao conjunto de Mário Andrade.
O Sadev Oryx, pilotado por Francis, Pierre e Louis Lauilhe e StéphaneBarbry, que também procurava a sua quarta vitória em Fronteira, passou a ocupar definitivamente o segundo lugar, que manteve até à bandeirada de xadrez.
No último lugar do pódio terminou o RivetRM Sport de José Castan, AnicetGaricoix, Vincent Demonceaux e do atual campeão francês de resistência TT, Benjamin Bujon.
Quinto posto para E. Carvalho/B. Rodrigues/J. Cardoso/M. Cardoso (Mazda Proto CX5) que foram os melhores portugueses seguidos de várias outras duplas totalmente nacionais.

2017 – Letão com sotaque alentejano
A fiabilidade teve um forte papel na decisão da 20ª Edição das 24 Horas de Fronteira, e quando tudo apontava para um desfecho, tudo mudou na última hora de corrida, com as duas equipas que rodavam na frente a atrasarem-se devido a problemas mecânicos…
Depois de terem passado pelo comando da prova várias vezes durante as 24 horas de corrida, e quando já nada indicava que Igor Skoks, RudolfSkoks e ArvisPikis pudessem vencer, eis que problemas mecânicos das duas equipas que rodavam na sua frente redundaram no triunfo dos letões, o seu primeiro em Fronteira.
O pódio ficou completo com o SadevOryx de StéphaneBarbry e Pierre e Louis Lauilhe, que terminaram na segunda posição com o Mini inscrito pela X-Raid a terminaram no pódio, apesar dos problemas que afetaram a caixa de velocidades do carro pilotado por Michele de Nora, Michele e Carlo Cinotto e Paolo Bachella, já na derradeira fase da competição.
No quinto lugar, Victor Conceição/Tiago Rodrigues/Nuno Pires (Nissan Navara) foram os melhores portugueses na frente de Amandio Alves/Rogério Reis/João Silva/Márcio Reis (MMP Evo).

2018 – Novamente sotaque alentejano, mas agora em Luso-franceses
Há muito que os ‘Andrades’ antecipam o seu Natal com triunfos em Fronteira, e desta feita, Alexandre Andrade voltou a ‘oferecer’ à família a sexta vitória na clássica alentejana.
Ao lado de Cédric Duple, Yann Morize e Alexandre Beaujon, e aos comandos do sempre competitivo AC Nissan Proto venceu, depois da equipa luso francesa liderar em 21 das 24 horas de corrida, terminando com cinco voltas de avanço para os vencedores do ano passado, os letões Igor Skoks, Rudolfs Skoks e Arvis Pikis, que desta feita não tiveram a sorte de ver um Andrade ‘arrear’ como sucedeu o ano passado, devido a problemas mecânicos perto do fim da prova.
No derradeiro lugar do pódio ficou o Fouquet BV4 Proto de Gilles Billaut, Philippe Boutron, Antoine Galland e Gonzalez Richard, embora a nove voltas dos vencedores.
Michele De Nora/Carlo Cinotto/Paolo Bacchella/Michele Cinotto (Mini All4 Racing) foram quartos na frente dos melhores portugueses, Ricardo Porém/Alexandre Ré/Victor Conceição/Filipe Campos (MMP Rally Raid).

2019 – Novo triunfo de Alexandre Andrade
Alexandre Andrade/Cédric Duplé/Yann Morize/Alexandre Deaujon, repetiram o triunfo do ano anterior. Uma prova paciente, sem excessos, foi o segredo principal. A melhor equipa lusa surgiu apenas no sexto lugar. Permaneceu uma tradição em Fronteira, ter um luso-francês de nome Andrade na lista dos vencedores. Alexandre Andrade, Cédric Duplé, Yann Morize e Alexandre Deaujon, triunfaram contando com um A.C. Nissan Proto à ‘prova de fogo’, repetiram o triunfo de 2018.
Curiosamente, esta foi apenas a segunda vez que a mesma equipa (os pilotos são exatamente os mesmos do ano passado) triunfa duas vezes seguidas na vila alentejana, isto depois de Miguel Farrajota e Pedro Bianchi Prata o terem conseguido logo nos primeiros dois anos da prova organizada pelo ACP Motorsport.
Os segundos classificados foram Gilles Billaut, Antoine Galland, Laurent Fouquet e Hugues Moilet, em Fouquet BV4 Nissan. A fechar o pódio ficou a formação de Michele Cinotto, Michele De Nora, Carlo Cinotto e Pietro Cinotto, em Mini All4-Racing, também a duas voltas dos vencedores, eles que chegaram a liderar durante bastante tempo.
No sexto lugar os melhores portugueses, Amandio Alves/Rogério Reis/João Silva/Márcio Reis (MMP Rally Raid).

2021 – Oitava vitória dos ‘Andrades’
A equipa dos luso-franceses ‘Andrades’ voltou a vencer as 24 Horas TT Vila de Fronteira, o que sucedeu pela 8ª vez na história da prova e terceira consecutiva. Desta feita, uma equipa portuguesa terminou no pódio. Depois de um ano de interrupção, a vila alentejana de Fronteira voltou a engalanar-se para mais uma edição das 24 Horas TT Vila de Fronteira e houve uma equipa que continuou a fazer história: o conjunto luso-francês liderado por Alexandre Andrade (A.C. Nissan Proto) estendeu o seu recorde para 8 vitórias!
Sem sob a batuta do agora Team Manager, Mário Andrade, desta feita, Alexandre Andrade, Cedric Duple, Yann Morize e Florent Charvot levaram o AC Nissan Proto #22 a mais um triunfo, num ano em que Charvot foi a novidade na equipa, por troca com Alexandre Deaujon, que venceu com o restante trio em 2018 e 2019. Portanto, terceiro triunfo seguido para Alexandre Andrade, Cedric Duple e Yann Morize confirmando de forma categórica, um novo recorde de oito triunfos em Fronteira (2004, 2007, 2009, 2011, 2016, 2018, 2019 e 2021).
Segundo lugar para Francis Balocchi, Nicolas Martin, Benjamin Bujon (já tinha sido terceiro uma vez) e Laurent Fouquet (já tinha sido segundo uma vez), no Fouquet #8, que terminaram a duas voltas, que asseguraram, ao mesmo tempo, o triunfo na categoria T1.
Grande resultado para a melhor equipa totalmente lusa, Rui Carneiro, João Ferreira, Ricardo Porém e Manuel Porém, que no MMP Can-Am Rally Raid #40 ficaram no lugar mais baixo do pódio a cinco voltas dos vencedores. Quarto lugar para Amândio Alves/Rogério Reis/João Silva/Márcio Reis (MMP Rally Raid)