WORLD RX: Elétricos falham

Por a 7 Abril 2019 15:45

Na sexta-feira os planos para o ralicross trazer carros elétricos para a modalidade foram chumbados. A falta de construtores foi a razão invocada para tal.

Planos para esta série se tornar elétrica vieram ao de cima em 2017. A proposta inicial era a de em 2020 já serem completamente elétricos – (Clique aqui para saber mais) – mas isso não se concretizou. Foi cancelado e mudado para mais tarde. Naquele momento, só havia um construtor que tinha colocado em papel tal interesse, a Peugeot. Mas a marca francesa acabou por sair da competição. A Volkswagen também estaria interessada, mas ao contrário da Peugeot, nada fez para que deixa-se de ser só interesse.

“Os elétricos ajudariam o Ralicross. Não digo para substituírem os Supercarros, mas sim para estarem numa classe ao lado deles” – Johan Kristoffersson, bi-campeão mundial de ralicross.

Hoje, 2019, não existem construtores no Mundial de Ralicross. Apesar de termos mais incritos que em 2018, 2019 só nos traz equipas privadas.

O promotor do campeonato e a FIA ainda não desistiram desta ideia:

“É a nossa intenção, juntamente com a FIA, trazer uma componente elétrica para este campeonato. Já temos os planos trabalhados com os construtores, foi apenas uma questão de eles não estarem prontos para 2021. O Ralicross é perfeito para um conceito elétrico” – disse o diretor do promotor do campeonato, Torben Olson.

Por enquanto só se conhece um modelo de um carro para a categoria elétrica, o da STARD. Chama-se HIPER. O diretor da equipa austríaca mostrou-se triste pela não concretização do projeto, mas acha que os elétricos devem ser seriamente considerados:

“Foi inesperado e triste que a segunda tentativa não tenha sido sucedida. Acho que o mundo e as categorias grandes devem olhar para isto e estar preparadas para esta mudança de mentalidade.” – disse Michael Sakowicz.

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