Estávamos em 2005, há 20 anos, quando Christian Horner conseguiu, finalmente, assegurar a sua passagem para a Fórmula 1, depois da sua equipa – a Arden International – ter dominado por completo os três anos de existência do Campeonato Internacional de Fórmula 3000. Hoje, 20 anos depois, em 2025, a história acabou, com um importante legado que fica para trás…
Sem meios para trazer a Arden para os Grande Prémios, e depois de terem falhado as negociações que manteve com a Jordan Grand Prix, na tentativa de assumir o controlo da escuderia de Silverstone, Horner chegou, no final de quinta-feira, a acordo com a Red Bull Racing, assumindo de imediato o lugar de diretor Desportivo da, na altura neófita, escuderia anglo-austrÃaca, enquanto Tony Purnell e David Pitchforth foram dispensados, regressando à Ford Motor Company, a empresa que os colocou à frente dos destinos da amais tarde defunta Jaguar Racing.
As ligações de Horner à Red Bull não eram novas, pois em 2004 Vittantonio Liuzzi correu e ganhou o campeonato de F. 3000 com a Arden, apoiado por aquela marca de bebida energética, tendo mesmo existido a possibilidade de ser a Red Bull a principal patrocinadora da equipa de Horner no caso deste conseguir fazê-la ascender à F1. Bem se pode dizer que neste caso, ao contrário da conhecida lenda, foi a montanha que foi a Maomé e não o inverso.
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