Fórmula 1: Motores ‘congelados’ para garantir redução de custos

Por a 3 Abril 2020 10:03

A pandemia coronavírus (COVID-19) está a ter um impacto económico muito grande no mundo, e a Fórmula 1 não escapa. Com isto, o desporto pode vir a ter de tomar medidas mais drásticas de forma a tentar reduzir ainda mais os custos. Uma dessas medidas pode vir a ser a de parar por completo o desenvolvimento das unidades motrizes atuais.

Já sabemos que as equipas, a Fórmula 1 e a FIA atrasaram a entrada da nova regulamentação para 2022, mas as discussões ainda estão longe de acabar.

Para além desta medida, também se discute a redução do atual teto orçamental que entra em vigor em 2021. Na mesa está um decréscimo de cerca de 23.5 milhões de euros, mas que se teme só afetar as três equipas grandes e não ser o suficiente para o resto do pelotão. Outra possibilidade é a de congelar o desenvolvimento da unidade de potência, cortando assim nos custos de R&D (research and development).

Nesta momento, as reuniões continuam a decorrer, com vista a garantir decisões que ajudem todas as equipas.

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can-am
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can-am

Façam uma F1 mais acessivel e verão logo mais equipas a entrarem. Mas esta FIA também devia levar uma valente limpeza. A suspeição de quem faz batota minou a F1,muito antes de virus e ca. terem aparecido. Deixem as equipas organizerem a competição como acontece na NASCAR. Esse é o futuro,na minha opinião.

afmota
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afmota

Para mim este é um sinal de que esta paragem representa um rombo inimaginável nos cofres das equipas.
Veremos se esta paragem no desenvolvimento dos motores será uma medida suficientemente forte para evitar a falência ou o desinteresse por parte das construtoras no desporto.

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